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Prefeito diz ter “certeza absoluta” que Estado não vai deixar Santa Casa ser fechada

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– Prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), em entrevista à imprensa, afirmou que tem “certeza absoluta” de que o governador Mauro Mendes (União), não vai permitir o fechamento da Santa Casa de Misericórdia, que atualmente está sob intervenção judicial, sendo administrada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MT).

Questionado sobre o futuro da Santa Casa, Brunini foi direto: “então assim, a Santa Casa eu tenho certeza absoluta que não irá fechar. Agora, acredito que o Estado vai esperar uma melhor oportunidade para poder fazer o lance e fazer a compra da Santa Casa”, declarou.

Brunini fez questão de apontar que o valor de R$ 54,7 milhões do leilão do prédio da Santa Casa está muito acima do preço de mercado e que, por conta disso, não ocorreu nem um lance.

“Eu tenho certeza que o Estado não vai deixar fechar a Santa Casa. As conversas que a gente teve, eu já tive conversa com o governador, já tive conversa com o vice-governador Otaviano Pivetta, já temos já tivemos conversa com a própria desembargadora da Justiça de Trabalho”, argumentou ainda o prefeito da Capital.

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Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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