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Criminosos que levaram R$ 400 mil durante assalto à cooperativa de crédito são denunciados pelo MP

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) denunciou 10 integrantes de uma quadrilha envolvida no assalto a cooperativa de crédito Sicredi em Brasnorte, a 580 km de Cuiabá. Eles respondem por roubo majorado, associação criminosa e favorecimento pessoal.

De acordo com a denúncia, dois dias antes do crime os assaltantes roubaram uma caminhonete Toyota Hilux, utilizada para invadir a agência. Fortemente armados e encapuzados, renderam clientes e funcionários, exigindo acesso ao cofre.

Enquanto aguardavam a abertura do compartimento, que possuía temporizador de dez minutos, o grupo retirou dinheiro dos caixas eletrônicos e levou a arma do vigilante. Em seguida, subtraiu cerca de R$ 400 mil em espécie.

Na fuga, dois funcionários foram levados como reféns e posteriormente libertados. A caminhonete foi abandonada em uma área rural, e a quadrilha seguiu viagem em outro veículo. Parte dos acusados ainda teria recebido apoio em Vilhena (RO), onde se esconderam com auxílio de comparsas.

Segundo o Ministério Público, a organização era liderada por Valdemar do Nascimento Alves, conhecido como “Babá”. O grupo contava com integrantes responsáveis pelo financiamento da ação, guarda de armas e divisão do dinheiro.

A investigação reuniu confissões, imagens de câmeras de segurança, registros de monitoramento e apreensão de objetos que reforçam as acusações.

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Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”

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Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.

O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.

Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.

No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.

Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.

A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.

As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.

Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.

A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.

Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.

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