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Cláudio reitera apoio a Medeiros pelo Senado e ataca pesquisa: “interesses sórdidos”

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Cláudio reitera apoio a Medeiros pelo Senado e ataca pesquisa: “interesses sórdidos”

O prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira (PL), reagiu a uma pesquisa divulgada pelo Instituto Real Time Big Data, nesta semana, que colocou o atual deputado federal e aliado, José Medeiros (PL), como apenas o quinto entre os mais lembrados pelos eleitores ouvidos. Em áudio enviado a um grupo de lideranças de direita no WhatsApp o gestor afirmou que “interesses sórdidos” norteiam os números.

“A gente sabe como são essas coisas, tem um jogo sórdido por trás disso aí, mas a gente tem posição e as pessoas (eleitores) não se deixam mais influenciar por isso não!”, afirmou, minimizando os efeitos da amostragem na avaliação popular.

Ferreira lembrou que o mesmo Instituto de Pesquisa cravou, em 2024, a poucos dias da votação de primeiro para prefeito de Cuiabá, a liderança absoluta e projetou a vitória em segundo turno de um candidato que sequer conseguiu estar entre os dois mais votados e que acabou ficando pelo caminho.

Diante desse histórico, Cláudio afirma que não abre mão do projeto do aliado. “Meu apoio ao Medeiros é irrevogável. Eu não recuo disso! Tenho conversado com Abílio também, é da mesma forma (o apoio). Essa questão de pesquisa não me influencia. Eu aparecia em último aqui (Rondonópolis), se pesquisa valesse alguma coisa eu não teria sido eleito prefeito em Rondonópolis e o Bolsonaro também não teria sido eleito em 2018”, finalizou.

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Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

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