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Polícia Militar apreende submetralhadora e prende integrantes de facção criminosa em Cáceres

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Policiais militares da Força Tática do 6º Comando Regional apreenderam, na noite desta quinta-feira (11.9), uma submetralhadora artesanal, 47 munições e prenderam quatro homens e uma mulher, suspeitos por porte ilegal de arma de fogo, no município de Cáceres (220 km de Cuiabá).

As equipes do 6º Batalhão, com apoio da Companhia Independente de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), receberam informações de que integrantes de uma facção criminosa, provenientes de outras cidades, estariam em uma residência no município, pois planejavam executar membros rivais. Os suspeitos portavam diversas armas de fogo e munições.

Diante da denúncia, os militares reforçaram o policiamento na região e ao chegarem no local informado, flagraram diversos suspeitos no quintal da residência. Um deles foi visto portando uma submetralhadora. Ao perceberem que os policiais estavam nas proximidades, tentaram fugir pulando o muro do imóvel, sendo abordados e identificados em seguida.

Os policiais militares apreenderam, ainda, cinco aparelhos celulares e uma balança de precisão. Os suspeitos, com idades de 18 a 23 anos, foram conduzidos à 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Civil de Cáceres para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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