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Bombeiros resgatam homem que ficou preso em janela de casa

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, na noite de quarta-feira (24.9), um homem que ficou preso na janela de sua residência, localizada no bairro Jurumirim, no município de Poconé (a 105 km de Cuiabá).

A equipe do 1º Pelotão Independente Bombeiro Militar (1º PIBM) foi acionada por volta das 21h, após a solicitação da esposa da vítima. Segundo ela, o marido havia perdido as chaves e tentou entrar em casa pela janela. Durante a tentativa, o homem acabou ficando preso entre as grades, imobilizado na altura do quadril, com as pernas já dentro da residência.

Para realizar o resgate, os bombeiros militares precisaram forçar a porta para a entrada na residência e, em seguida, utilizaram primeiro um alicate e depois um desencarcerador hidráulico, equipamento específico para o corte de estruturas metálicas.

Com o uso adequado das ferramentas, foi possível remover as grades com segurança e fazer o resgate da vítima. Apesar do susto, o homem não sofreu ferimentos.

O Corpo de Bombeiros Militar reforça a importância de avaliar os riscos antes de tomar atitudes improvisadas. Em situações como essa, o ideal é buscar alternativas seguras, como acionar um chaveiro, a fim de evitar acidentes ou ferimentos mais graves.

Fonte: Governo MT – MT

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Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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