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Licitação: Câmara de VG aderiu a apenas 4 atas de registro de preços

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira (MDB) apresentou dados do portal transparência da Casa de Leis, onde comprova que durante o ano de 2025 foram aderidos apenas quatro processos de adesão de Atas de registro de preços, para contratação de prestadores de serviço e aquisição de materiais essenciais.

A declaração do presidente aconteceu na manhã desta sexta-feira (10), para esclarecer que não existem contratos financeiros no legislativo que não estejam descritos para o monitoramento dos órgãos de controle.

” Nossa gestão trabalha 100% com transparência. Todos nossos dados encontram-se no portal da Transparência no site da Câmara. Vale ressaltar que esses prestadores de serviços contratados, por meio da adesão a Ata, não ultrapassam o montante de R$ 940 mil ano”, disse o presidente.

Em relação as dispensas de licitação, o presidente explicou que são oito dispensas, sendo duas emergencias e duas dispensas eletrônicas. Um total de 13 processos licitatórios e alguns pregões eletrônicos em andamento.

Wanderley destacou que o papel fundamental do vereador é legislar e fiscalizar. Sendo assim, preza pela prestação de contas para sociedade.

Por isso, todos os contratos feitos pelo legislativo estão expostos e são públicos, no Portal Transparência.

” Nosso dever com a sociedade é mostrar qual lugar está sendo aplicado o dinheiro público e dar resposta ao cidadão em relação a cada investimento. E isso, nós vereadores temos feito. Não estamos aqui para julgar ou fazer apontamentos sem provas. Estamos nesta missão para fiscalizar e sermos transparentes”, frisou Wanderley.

Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal de Várzea Grande

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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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