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Policial civil acusado de agredir ex-namorada não teve prisão decretada

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O portal vem a público esclarecer que o policial civil Walter Luís da Silva Matos, conhecido como Waltinho Produções, não teve a prisão preventiva decretada pela Justiça, conforme foi publicado na noite de sexta-feira (10.10), por este veículo. O policial registrou na manhã de hoje (11) um Boletim de Ocorrência na Delegacia Especializada de Repressão de Crimes Informáticos (DRCI), contando sua versão

Posteriormente, segundo ele, compareceu espontaneamente também na manhã de hoje, à Delegacia Especializada da Defesa da Mulher para prestar depoimento e colaborar integralmente com as investigações e desmentiu que categoricamente que estaria “foragido” ou me se furtando à responsabilidade. Ele afirma que esteve prestando depoimento a delegada Judá Maali 09h até 11h25.

O policial se diz vítima de agressão por parte da Sra. Thayane Moura e que não é a primeira vez. Ele alega que já fui agredido por ela, tendo sido devidamente registrado um Boletim de Ocorrência na ocasião (Boletim de Ocorrência nº 2025.312647).

“Quanto às manchetes precipitadas e inverídicas sobre “mandado de prisão” e “fuga” registro que não apenas atentam contra minha honra e imagem, como também prejudicam a apuração dos fatos”.

Contudo, o policial não explicou o motivo de estar na frente da Casa de Thayane, da qual ele se diz vítima, uma vez que, segundo ele, tem medida protetiva contra ele.

Ele afirma, ainda por meio da nota, que serão tomadas todas as medidas judiciais cabíveis para responsabilizar aqueles que, de má-fé, promoveram a difusão de informações falsas e caluniosas, visando a necessária retratação e a reparação dos danos.Por fim, ele reitera o compromisso com a Justiça, permanecendo à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais, porém, por ora, reservando-se o direito de se manifestar detalhadamente apenas nos autos do inquérito.

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Apreensões de armas disparam 78% em 2026 em Mato Grosso

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A Polícia Militar de Mato Grosso aumentou em 78% o número de apreensões de armas de fogo, nos primeiros meses de 2026. Entre o mês de janeiro e os primeiros dias de abril deste ano, a PM apreendeu 565 armas de fogo, número maior que as 316 armas retiradas de circulação no mesmo período do ano passado.

 

Os números foram divulgados pela Superintendência de Planejamento Operacional e Estatística (Spoe-PMMT) e refletem as ocorrências registradas em todos os municípios, dos 15 Comandos Regionais do Estado.

 

No período, foram apreendidas 198 espingardas, 179 revólveres, 134 pistolas e cinco fuzis. Também foram retiradas de circulação 34 armas de fogo de fabricação artesanal e 48 simulacros de arma.

 

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, enfatiza o trabalho de combate às facções criminosas como o principal fator para o crescimento da apreensão de armas de fogo. O coronel também pontua o trabalho de abordagens e patrulhamento para a detenção de produtos ilícitos.

 

“Grande parte dessas armas recolhidas pela PM são de facções criminosas que estão cometendo crimes nas cidades do nosso Estado. Desse número também podemos destacar ocorrências de ameaça e violência doméstica, onde além da prisão dos suspeitos, também retiramos instrumentos que poderiam tirar a vida dessas vítimas. Tudo isso é fruto de um intenso trabalho que estamos realizando, dando suporte aos nossos policiais e protegendo os nossos cidadãos mato-grossenses, com tolerância zero ao crime”, avalia o coronel Fernando.

 

 

 

 

 

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