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Consórcio de Imprensa de Mato Grosso define primeira diretoria

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Na manhã desta terça-feira, o Consórcio de Imprensa de Mato Grosso elegeu sua primeira diretoria, em uma votação que marca um passo significativo para a união e fortalecimento da imprensa no estado.

Composição da diretoria”

A nova diretoria é composta por:

– *Presidente:** Antônio de Souza, da TV Toninho
– *Vice-Presidente:** Américo Neponuceno, do VG News
– *Secretária:** Suzana Agnello, de A Voz do Estado
– *Vice-Secretário:* Cristiano Costa VipMT News
– *Tesoureiro:* Luan Angel Tchá com pod
– *Vice-Tesoureiro:*Dino Portes

*”Objetivo do Consórcio**

O consórcio foi criado com o claro objetivo de fortalecer a imprensa mato-grossense, promovendo a colaboração entre veículos de comunicação e abordando temas relevantes que envolvem a política, a cultura e a economia do estado.

*Expectativas futuras*

A expectativa é que a nova diretoria trabalhe em conjunto para promover iniciativas que melhorem a comunicação local e fortaleçam a liberdade de imprensa em Mato Grosso. A união dos profissionais da área promete trazer novas oportunidades e desafios, contribuindo para um cenário midiático mais robusto e diversificado.

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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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