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O poder da imprensa e o silêncio que custa caro

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A imprensa é, historicamente, um dos pilares mais importantes da democracia. É ela que dá voz ao povo, denuncia abusos, fiscaliza governos e revela aquilo que muitos tentam esconder. Quando cumpre seu papel com ética, independência e coragem, a imprensa se torna um instrumento de transformação social, capaz de mudar realidades e provocar justiça.

Mas, infelizmente, nem sempre é isso que acontece. Há momentos em que o poder da informação é trocado por conveniência, favorecimento ou medo. E é nesse ponto que a imprensa deixa de ser um instrumento de interesse público e passa a ser um escudo para proteger os poderosos. Quando a mídia se cala diante da injustiça, da corrupção e do sofrimento do povo, ela trai sua própria razão de existir.

O silêncio da imprensa é, muitas vezes, mais nocivo que uma mentira. Porque quando um fato grave é omitido, ele continua existindo — só que sem testemunhas, sem repercussão e sem cobrança. Uma sociedade sem jornalismo livre e questionador se torna refém da desinformação, da manipulação e da impunidade.

Não existe neutralidade quando se trata de defender o que é certo. Jornalismo não é agradar, é incomodar. É ser a voz de quem não tem voz, mesmo que isso custe credibilidade entre os poderosos. Uma imprensa que teme perder o “apoio” de quem está no poder, na verdade, já perdeu o mais valioso de tudo: a confiança do povo.

Como jornalista e estudante de Gestão Pública, acredito que a comunicação é parte essencial da boa governança. Transparência e fiscalização caminham lado a lado. A informação é o primeiro passo para qualquer mudança verdadeira. E quando a imprensa cumpre seu papel com independência, ela não apenas noticia a história — ela ajuda a escrevê-la.

Por Daniel Costa – Jornalista, estudante de Gestão Pública

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Saúde suplementar: o papel da Unimed Cuiabá no equilíbrio do sistema em Cuiabá

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CARLOS BOURET

Cuiabá celebra 307 anos de história carregando em sua essência a força de um povo que aprendeu, ao longo do tempo, a cuidar uns dos outros. Em uma cidade que cresce, se transforma e acolhe novas gerações, a saúde se torna um dos pilares mais importantes para garantir qualidade de vida e desenvolvimento.

Assim como tantas outras cidades brasileiras, Cuiabá enfrenta o desafio de equilibrar a crescente demanda por serviços de saúde com a capacidade de atendimento disponível. Nesse cenário, é fundamental compreender que a solução não está na oposição entre os sistemas público e privado, mas na atuação complementar entre eles. É justamente nesse ponto que a saúde suplementar assume um papel estratégico, e a Unimed Cuiabá tem contribuído de forma decisiva para esse equilíbrio.

Ao longo dos últimos anos, temos acompanhado o aumento da pressão sobre o sistema de saúde, impulsionado pelo envelhecimento da população, pelo avanço das doenças crônicas e pela maior demanda por acesso a exames e tratamentos. São desafios que aparecem no dia a dia das famílias, nas consultas médicas, nos hospitais e nas unidades de atendimento. Esse cenário exige não apenas expansão, mas eficiência, planejamento e responsabilidade na gestão dos recursos.

A Unimed Cuiabá tem buscado cumprir esse papel com seriedade. Como cooperativa médica, nossa atuação vai além da prestação de serviços. Somos parte ativa de um ecossistema que envolve profissionais de saúde, pacientes, prestadores e o próprio poder público. O equilíbrio é fundamental para que toda a rede de saúde funcione de forma mais eficiente e consiga atender melhor a população.

Mas é preciso ir além do acesso. Um dos maiores desafios da saúde suplementar no Brasil é garantir sustentabilidade sem abrir mão da qualidade assistencial. E esse tem sido um dos principais focos da nossa gestão. Trabalhamos para fortalecer a governança, qualificar processos e tomar decisões cada vez mais baseadas em evidências. Esse caminho tem nos permitido avançar de forma consistente, equilibrando custos e melhorando a eficiência do atendimento.

Outro ponto essencial é a valorização da prevenção. Investir em saúde não significa apenas tratar doenças, mas atuar antes que elas se agravem. Programas de acompanhamento, incentivo ao diagnóstico precoce e organização de linhas de cuidado são fundamentais para melhorar a qualidade de vida dos pacientes e, ao mesmo tempo, reduzir custos futuros para todo o sistema.

Além do impacto assistencial, a Unimed Cuiabá também desempenha um papel relevante na economia local. Geramos empregos, movimentamos a cadeia da saúde e contribuímos para o desenvolvimento da cidade. A saúde, nesse sentido, também é desenvolvimento social, geração de oportunidades e fortalecimento da comunidade.

Celebrar os 307 anos de Cuiabá é também reafirmar um compromisso com o futuro. Seguiremos trabalhando para que cada pessoa que vive nesta cidade possa contar com um sistema de saúde cada vez mais eficiente, acessível e humano.

Nosso propósito permanece claro: cuidar das pessoas, fortalecer a saúde em Cuiabá e contribuir para um sistema mais equilibrado, sustentável e preparado para os desafios que virão.

Diretor-presidente da Unimed Cuiabá Carlos Bouret

 

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