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Polícia Civil de MT e RO prendem foragido de alta periculosidade no interior de Colniza

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Um criminoso de alta periculosidade, que estava foragido da Justiça, teve o mandado de prisão cumprido nesta quarta-feira (22.10) em Colniza, em uma ação conjunta realizada pelas equipes das Polícias Civis de Mato Grosso e Rondônia.

O suspeito, de 25 anos, com diversas passagens criminais, foi localizado no distrito de Guatá, após troca de informações entre as equipes policiais das Delegacias de Colniza (MT) e Machadinho D’Oeste (RO).

Apontado como integrante de uma facção criminosa, ele estava foragido da Cadeia Pública de Ji-Paraná desde o ano passado. Ele é apontado como o autor do homicídio que vitimou o vilhenense José Paulo Carvalho Pacheco, de 32 anos, em um garimpo da região de Pontes e Lacerda (MT). O crime ocorreu após a vítima ser confundida com um policial.

O suspeito foi reconhecido por testemunhas como o autor dos disparos. Após o crime, ele se escondeu em uma chácara na região de Pontes e Lacerda e, posteriormente, fugiu para o Estado de Rondônia.

Após intenso trabalho de monitoramento e troca de informações entre as Polícias Civis dos dois estados, foi possível localizar o foragido na região do Guatá, em Colniza, onde o mandado de prisão foi cumprido. O preso foi conduzido à Delegacia de Machadinho D’Oeste, onde foram adotadas as medidas cabíveis. Ele permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”

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Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.

O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.

Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.

No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.

Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.

A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.

As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.

Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.

A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.

Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.

O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.

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