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Governador do Rio diz que governo Lula negou ajuda

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O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), disse, hoje (28), que o presidente Lula (PT) se recusou a ajudar as forças de segurança do estado na operação policial que resultou em mais de 60 mortes nas comunidades dos morros do Alemão e da Penha.

Conforme o gestor, um dos motivos alegados pelo Governo Federal para negar ajuda à Polícia Militar do estado foi que seria necessário decretar uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem), que dá ao Exército, Marinha e Aeronáutica as condições legais para atuar ao lado das forças estaduais. Contudo, Lula é contra esse instrumento.

“O estado está fazendo a sua parte, sim, mas quando se fala em exceder, exceder inclusive as nossas competências, já era para estar tendo um trabalho de integração muito maior com as Forças Federais, o que nesse momento não está acontecendo”, acrescentou o governador.

 

O Ministério da Justiça e Segurança Pública negou o ocorrido e disse que sempre que solicitado, são cedidos homens da Força Nacional e destacou a atuação da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Sobre o pedido específico do Governo do Rio de Janeiro, que era o uso de blindados das Forças Armadas, não houve manifestação.

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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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