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Wanderley Cerqueira participa de reunião para debater proteção aos idosos do município

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira (MDB) participou de uma reunião no Fórum de Várzea Grande, na tarde da última quinta-feira, 30 de outubro de 2025, para discutir assuntos relacionados à proteção aos idosos no município.

A reunião, comandada pelo Juiz Hugo José de Freitas da Silva e pelo Promotor de Justiça Carlos Henrique Richter, contou com a presença de representantes de diversas instituições, incluindo a Secretaria de Assistência Social, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, Defensoria Pública e Conselho de Idosos.

A pauta da reunião abordou os problemas dos idosos em Várzea Grande, incluindo a ausência de leitos para acolhimento em situação de vulnerabilidade. A Secretaria de Assistência Social apresentou uma minuta de decreto municipal para criação do Renadi Municipal (Rede de Proteção e Defesa da Pessoa Idosa).

Durante a reunião, o vereador Wanderley questionou a Secretaria de Assistência Social sobre o número de idosos em situação de vulnerabilidade e onde eles estão sendo encaminhados. A secretaria informou que não há locais disponíveis no município para acolher os idosos.

” Precisamos saber quantos idosos estão em situações vulneráveis e como estão sendo acolhidos. Temos que garantir um apoio com dignidade para eles”, disse o parlamentar.

O Juiz Diretor e o Promotor de Justiça cobraram da prefeitura a reforma e ampliação do Lar São Vicente e Paula, além de parcerias com entidades para ampliar os espaços de acolhimento.

A Secretaria de Assistência Social se comprometeu a apresentar um diagnóstico mais ampliado da situação dos idosos e um levantamento de novas parcerias com entidades para acolher os idosos na próxima reunião.

O secretário da Presidência da Câmara, Charles Caetano, convidou todos para a audiência pública requerida pelo vereador Wanderley Cerqueira, que irá discutir os problemas dos idosos em situação de vulnerabilidade em Várzea Grande, marcada para 26 de novembro de 2025, às 08h30, no plenário da Câmara Municipal de Várzea Grande.

Assessoria de Comunicação Câmara Municipal de Várzea Grande

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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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