Mato Grosso
Operação Lei Seca para motos termina com dois presos em Várzea Grande
Mato Grosso
A 12ª edição da Operação Lei Seca, voltada à fiscalização de irregularidades em motocicletas e seus condutores, realizada na noite desta terça-feira (2.12), prendeu dois motociclistas.
Um dos presos, um homem de 28 anos, apresentava sinais de embriaguez e contra ele havia um mandado de prisão em aberto por furto qualificado.
O segundo motociclista, além de não ser habilitado, pilotava uma moto com queixa de roubo, o que o torna suspeito de roubo ou receptação. Conduzir veículo sem habilitação também pode resultar em prisão.
A operação foi realizada na Avenida dos Bandeirantes, no Residencial José Carlos Guimarãe, próximo a Rodovia Mário Andreazza, em Várzea Grande. 72 motocicletas foram fiscalizadas. Desse total, 47 foram autuadas e 37 removidas.
De acordo com o relatório da operação, a falta de registro e licenciamento de trânsito, obrigatoriedade prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), foram os motivos das autuações. A ausência de CNH motivou as demais.
A Operação Lei Seca é uma ação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), com apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), do Sistema Socioeducativo, da Polícia Penal, do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Guarda Municipal de Várzea Grande.
Fonte: Governo MT – MT
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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