Polícia
Polícia Civil prende ex-namorado por tortura e estupro de adolescente de 15 anos em Cuiabá
Polícia
A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (3.12) a Operação Esperança, para cumprimento de mandado de prisão preventiva contra um homem investigado pelos crimes de estupro de vulnerável e tortura contra uma adolescente de 15 anos.
O suspeito de 23 anos, ex-namorado da vítima, foi identificado em investigações realizadas por meio de inquérito policial instaurado na Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), para apurar os crimes de estupro e tortura.
O fato ocorreu em fevereiro de 2024, quando a vítima foi encaminhada para Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Jardim Leblon, após ter sido encontrada desacordada por uma mulher desconhecida, com ferimentos na cabeça, na região do bairro São José, em Cuiabá.
Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da Deddica iniciou as investigações, sendo inicialmente relatado pela menor que ela havia sido vítima de um assalto. Porém as investigações apontaram que a menor apresentou a essa versão por medo das ameaças feitas pelo suspeito.
Com o avanço da apuração dos fatos, foi descoberto que o após o término do relacionamento, o suspeito marcou um encontro com a jovem, quando a agrediu com socos, chutes, puxões de cabelo, tijoladas na cabeça e afogamento em poça de lama.
A vítima ainda foi arrastada para uma casa abandonada onde foi amarrada e estuprada, em condição vulnerável em razão das agressões sofridas.
As investigações apontaram que além da adolescente, o investigado é apontado como suspeito de abusos contra outras menores, cujos relatos estão sendo apurados em outro inquérito policial em andamento na especializada.
Diante dos levantamento, foi representado pelo mandado de prisão preventiva do suspeito, que foi deferido pela Justiça e cumprido pelos investigadores da Deddica, na região do bairro São José. Após ter a ordem judicial cumprida, o suspeito foi encaminhado à delegacia e posteriormente colocado à disposição da Justiça.
As investigações seguem em andamento para aprofundar as investigações e identificar possíveis outras vítimas
Operação Esperança
O nome da operação “Esperança” representa o compromisso da instituição em dar voz às vítimas e oferecer resposta rápida e eficaz à violência contra crianças e adolescentes.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Vídeo mostra moradora agredindo e xingado síndica de condomínio em VG: “Preta incompetente”
Conteúdo/ODOC – A síndica de um condomínio residencial em Várzea Grande denunciou ter sido vítima de agressões físicas, ameaças e injúria racial praticadas por uma moradora durante uma discussão ocorrida no fim de maio. O caso foi registrado nesta terça-feira (2) na Polícia Civil.
O episódio aconteceu no Condomínio Chapada dos Buritis, no Bairro Ponte Nova, e teve como vítima Selma Guimarães Souza. A suspeita foi identificada como Maisa de Paula Pereira.
Segundo o boletim de ocorrência, o desentendimento teve início após a moradora questionar a responsabilidade do condomínio por uma infiltração em seu apartamento.
No entanto, laudos técnicos apontaram que o problema teria sido causado por um vazamento em uma unidade localizada no andar superior, afastando a responsabilidade da administração condominial.
Conforme o relato da síndica, a moradora passou a perseguir e hostilizar funcionários e integrantes da administração, cobrando providências consideradas indevidas.
A situação culminou em uma discussão no pátio do condomínio, onde a suspeita teria seguido a vítima enquanto fazia ameaças e proferia ofensas.
As cenas foram registradas por câmeras de segurança. Nas imagens, a moradora aparece discutindo de forma exaltada com a síndica e, em determinados momentos, parte para agressões físicas.
Ainda de acordo com a denúncia, durante a perseguição a vítima foi chamada de “sua preta incompetente” e “verme”, além de ouvir a ameaça: “você me paga”.
A discussão prosseguiu até o salão de festas do condomínio, onde ocorria uma reunião com representantes de uma empresa terceirizada. Na frente dos presentes, a suspeita teria continuado as ofensas, chamando a síndica de “preta nojenta”, “incompetente” e “jumenta”, além de apontar o dedo em seu rosto.
Em seguida, a mulher teria empurrado a vítima, sendo contida por funcionários que participavam da reunião. Mesmo após ser afastada, ela ainda tentou arremessar uma cadeira contra a síndica, segundo o registro policial.
A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência.
O caso foi registrado como injúria racial, perseguição e vias de fato e será investigado pela Polícia Civil.
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