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Polícia Militar prende homem e recupera módulos de caminhões furtados avaliados em R$ 150 mil

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) do 10º Batalhão prenderam um homem, de 23 anos, pelos crimes de furto e tráfico ilícito de drogas, na tarde desta quinta-feira (4.12), em Cuiabá. Na ação, a PM recuperou três módulos de caminhões avaliados em R$ 150 mil, apreendeu um tablete e meio de maconha e um veículo utilizado nos furtos.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do GAP do 10º BPM recebeu informações da PM de Sapezal sobre um veículo Ônix branco que estava indo em direção à Cuiabá depois de fugir ao desobedecer às ordens de parada de um bloqueio policial, no município.

Ainda segundo as informações, o veículo seria suspeito de ter sido usado no furto de módulos de caminhões, na mesma cidade.

Os militares do 10º BPM iniciaram diligências e foram notificados pelo Ciosp de que o veículo, com as mesmas características informadas, estava transitando pela avenida Miguel Sutil. Os policiais foram até a região e fizeram cerco e abordagem ao carro.

O suspeito foi questionado sobre a denúncia do furto de módulos de caminhões e confessou o crime, informando que o material estava escondido em uma residência na região do bairro Parque do Lago, em Várzea Grande.

A equipe se deslocou ao endereço informado pelo suspeito e localizou três módulos de caminhões, um tablete e meio de substância análoga à maconha e materiais utilizados para o tráfico de drogas.

O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido, com todo o material apreendido, para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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‘Espero que tenha sido acidental’, diz Flávia Moretti ao cobrar investigação de incêndio em barracão da Secretaria de Educação

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), disse ter esperança que o incêndio que destruiu o barracão da Secretaria Municipal de Educação, na noite de quarta-feira (17), tenha sido acidental. Durante entrevista, a gestora pediu apuração das causas do incêndio e adiantou que ainda não estimativa de danos causados pelo incêndio.

“Eu espero que tenha sido uma fatalidade, algo acidental, algo que vai ser apurado pelo Corpo de Bombeiros”, declarou a prefeita ao comentar o caso.

O incêndio atingiu um barracão utilizado pela Secretaria de Educação na Avenida Filinto Müller, no bairro Marajoara. Segundo informações preliminares, o fogo também teria alcançado um posto de combustíveis localizado ao lado da estrutura. Apesar da gravidade da ocorrência, não houve registro de feridos.

Questionada sobre teorias que circularam após o incêndio, incluindo suspeitas de motivação política, Flávia evitou fazer qualquer tipo de acusação e disse que aguardará o resultado das investigações.

“Vou deixar que as autoridades façam o seu trabalho. O Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil, a Politec. É uma questão de polícia. Vai ser apurado e depois da apuração a gente vai ver como foi a responsabilidade”, afirmou.

Nos bastidores, o episódio ganhou contornos políticos após informações de que o local seria alvo de fiscalização por parte do vereador Wender Madureira (Republicanos), integrante do grupo de oposição ao Executivo municipal. Mesmo assim, a prefeita descartou, neste momento, qualquer relação do incêndio com perseguição política. “Não vejo nada disso. Eu espero que tenha sido uma fatalidade”, reforçou.

Abalada com a destruição da estrutura, Flávia disse que a prioridade da administração agora é mensurar os prejuízos e buscar alternativas para recompor os materiais perdidos.

“O maior trabalho meu e da secretária Maria Fernanda agora é buscar recuperar o prejuízo disso. Tinha materiais para as nossas escolas que iam ser inauguradas, para a nossa creche que ia ser inaugurada. Então, assim, a gente está com o coração cortado”, lamentou.

A prefeita explicou ainda que o município não possui uma estimativa inicial de perdas causados pelo incêndio. Segundo ela, será necessário realizar um levantamento detalhado para identificar tudo o que estava armazenado no local.

“A gente vai ter que levantar isso com o tempo. Tem que ver o que saiu, o que entrou. É muito peculiar isso”, pontuou.

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