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Deputado diz que Lula está “nos últimos suspiros” e critica apoio a Maduro

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O deputado federal José Medeiros (PL) afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vive um momento de desgaste político e caminha para o fim de sua influência no cenário nacional. Segundo o parlamentar, o governo tem perdido credibilidade ao não cumprir promessas de campanha e ao transferir responsabilidades sempre que enfrenta dificuldades.

De acordo com Medeiros, Lula adota uma estratégia recorrente de apontar culpados para os problemas do país. “Assim que ocorre um problema, o político inventa um culpado. Ele mesmo já disse isso”, afirmou o deputado, ao criticar o que considera falta de autocrítica do presidente.

Na avaliação do parlamentar, o discurso de Lula tem se mostrado cada vez mais contraditório. Medeiros criticou o apoio do presidente ao regime de Nicolás Maduro, na Venezuela, sob o argumento da soberania, lembrando que essa posição não foi adotada em outros conflitos internacionais, como a guerra entre Rússia e Ucrânia. “Aliás, ele tinha prometido resolver tomando cerveja”, ironiza o parlamentar.

“O presidente se diz defensor da democracia, mas vive passando pano para ditaduras amigas. Agora, com a captura de Maduro, começa a ruir esse projeto da esquerda que sonhava transformar a Venezuela e outros países em um grande quintal da velha União Soviética de Lênin”, afirmou.

Para o deputado, o ciclo político do atual presidente está se encerrando. “O poder do Lula chegou ao fim. Ele está nos últimos suspiros. Em 2026, não tenho dúvida de que os brasileiros vão expulsá-lo da política de uma vez por todas”, concluiu.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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