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Deputado diz que Lula está “nos últimos suspiros” e critica apoio a Maduro

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O deputado federal José Medeiros (PL) afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vive um momento de desgaste político e caminha para o fim de sua influência no cenário nacional. Segundo o parlamentar, o governo tem perdido credibilidade ao não cumprir promessas de campanha e ao transferir responsabilidades sempre que enfrenta dificuldades.

De acordo com Medeiros, Lula adota uma estratégia recorrente de apontar culpados para os problemas do país. “Assim que ocorre um problema, o político inventa um culpado. Ele mesmo já disse isso”, afirmou o deputado, ao criticar o que considera falta de autocrítica do presidente.

Na avaliação do parlamentar, o discurso de Lula tem se mostrado cada vez mais contraditório. Medeiros criticou o apoio do presidente ao regime de Nicolás Maduro, na Venezuela, sob o argumento da soberania, lembrando que essa posição não foi adotada em outros conflitos internacionais, como a guerra entre Rússia e Ucrânia. “Aliás, ele tinha prometido resolver tomando cerveja”, ironiza o parlamentar.

“O presidente se diz defensor da democracia, mas vive passando pano para ditaduras amigas. Agora, com a captura de Maduro, começa a ruir esse projeto da esquerda que sonhava transformar a Venezuela e outros países em um grande quintal da velha União Soviética de Lênin”, afirmou.

Para o deputado, o ciclo político do atual presidente está se encerrando. “O poder do Lula chegou ao fim. Ele está nos últimos suspiros. Em 2026, não tenho dúvida de que os brasileiros vão expulsá-lo da política de uma vez por todas”, concluiu.

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Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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