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NOTA DE REPÚDIO

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*NOTA DE REPÚDIO*

O Consórcio da Imprensa de Mato Grosso (CIM) vem a público repudiar veementemente o episódio ocorrido na manhã desta quinta-feira, em Várzea Grande, envolvendo o jornalista Américo Neponuceno, que exercia legitimamente seu trabalho durante a cobertura jornalística de um protesto realizado em frente à Prefeitura Municipal e à Câmara Municipal.

Durante a cobertura, o jornalista foi hostilizado por lideranças comunitárias e, de forma ainda mais grave, sofreu agressão, cometida pela esposa do vereador Wender Madureira que foi confirmada pelos vídeos que circulam nas redes sociais. Trata-se de um ato inaceitável, que fere diretamente a liberdade de imprensa, o direito à informação e o exercício do jornalismo, pilares fundamentais da democracia.

O Consórcio da Imprensa de Mato Grosso repudia toda e qualquer forma de agressão, seja física ou verbal, contra profissionais da comunicação, especialmente quando estão no pleno exercício de sua função de informar a sociedade.

O protesto contou ainda com a participação da vereadora Gisa Barros e do vereador Feitoza, o que torna o episódio ainda mais grave, por se tratar de um ambiente de manifestação pública que deveria garantir respeito, diálogo e civilidade.

Diante dos fatos, o CIM manifesta sua total solidariedade ao jornalista Américo Neponuceno e cobra urgentemente um posicionamento público do vereador Wender Madureira, que até o momento não se pronunciou sobre o ocorrido, assim como uma resposta institucional da Câmara Municipal de Várzea Grande, que também permanece em silêncio diante de um ataque à imprensa.

A violência contra jornalistas é uma ameaça direta à democracia e não pode ser normalizada ou ignorada.

Liberdade de imprensa não se negocia. Jornalista se respeita.

Várzea Grande – MT, 15 de Janeiro de 2026.

Direção do Consórcio da Imprensa de Mato Grosso

E todos os membros do Consórcio da Imprensa de Mato Grosso

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Cidinho chama crítica de Wellington sobre estadualização de rodovia de “oportunismo”

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O ex-suplente de senador e empresário Cidinho Santos afirmou que o senador Wellington Fagundes agiu com oportunismo ao criticar a estadualização da MT-170, rodovia que apresenta trechos deteriorados após obras recentes de pavimentação. A declaração foi dada após o parlamentar responsabilizar o Estado pelas condições da estrada.

Wellington havia declarado que a rodovia era de responsabilidade estadual quando ainda exercia mandato de deputado federal e destacou ter sido o autor do projeto que resultou na federalização da via. Posteriormente, durante a gestão do ex-governador Mauro Mendes, o Estado retomou a administração da rodovia.

“Achei a fala do senador Wellington de muito oportunismo. A gente tem que ter uma certa coerência. Essa rodovia estadual, o pessoal sofreu muitos e muitos anos lá”, disse Cidinho.

Segundo o empresário, os problemas registrados atualmente na MT-170 são pontuais e estão ligados ao intenso fluxo de caminhões na região, além do excesso de carga transportada acima do permitido. Ele afirmou ainda que as empresas responsáveis pela pavimentação possuem obrigação contratual de corrigir os defeitos identificados na pista.

“Temos um problema localizado agora, que é a questão de que as construtoras tiveram algum problema, muito tráfego pesado, muitos caminhões trafegando fora do peso. Mas é um problema local e a construtora tem que resolver. Ela tem cinco anos de prazo de garantia da obra”, afirmou. Cidinho também disse que a postura do senador provocou reação de Mauro Mendes. “Quando você age como oportunista, você corre o risco de levar uma resposta. O senador Wellington Fagundes levou uma resposta do ex-governador Mauro Mendes, que não ficou satisfeito”, concluiu.

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