Mato Grosso

Governador nega escolha de Rogério Gallo e Cidinho Santos para compor chapa ao Senado

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Mato Grosso

À imprensa, o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), afirmou ser boato as especulações sobre os nomes do secretário de Fazenda do Estado, Rogério Gallo, e do ex-senador Cidinho Santos (PP), como possíveis suplentes ao Senado em uma possível disputa em outubro próximo.

Mendes disse ainda que sequer confirmou que é candidato. “Essa informação, se foi passada pela imprensa, foi passada de forma mentirosa”, disse o governador sobre as especulações em torno do nome de Cidinho Santos e do secretário Gallo.

“Absolutamente boatos. Eu não antecipei isso, primeiro porque não confirmei que vou ser candidato. Como que eu não confirmo que vou ser candidato e vou confirmar quem vai ser suplente?. Seria um extremo contrassenso”, emendou o governador.

Para completar, Mendes falou ainda que seu foco sempre foi viver a realidade. “Primeiro que eu não sou homem de ficar vivendo sonho antes de viver a realidade. Primeiro tenho que decidir se serei candidato. Quando decidir, que é um processo que está em curso, aí começa sim o diálogo para saber quem poderia ou poderá compor”, completou o governador.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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