No boletim de ocorrência, registrado no dia 16 de fevereiro, Julio Campos afirma que recebeu um print extraído do vídeo, no qual sua imagem teria sido utilizada de forma fraudulenta. De acordo com o relato, o material teria sido produzido com a intenção de atingir sua honra e reputação, além de induzir o público ao erro.
Ainda conforme o registro, o conteúdo foi compartilhado principalmente por meio do WhatsApp e também divulgado em algumas páginas da internet, ampliando o alcance da falsificação.
O caso foi enquadrado como difamação, com violência de natureza moral e psicológica, praticada por meio eletrônico. Uma testemunha foi ouvida durante o registro da ocorrência.
A apuração ficará a cargo da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos, vinculada à Polícia Civil de Mato Grosso, que deverá investigar a origem do material e identificar os responsáveis pela produção e disseminação do vídeo falso.
O deputado pediu formalmente que sejam adotadas todas as medidas legais cabíveis para responsabilizar os envolvidos.









