Mato Grosso

Ibrahim Zaher não deve disputar eleição e reforça apoio a Nininho

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O vereador Ibrahim Zaher (MDB) não deve disputar cargos eletivos nas eleições deste ano. O parlamentar, que chegou a ter o nome ventilado para concorrer a uma cadeira na Câmara Federal pelo partido, já comunicou oficialmente à direção da sigla que não entrará na disputa.

A decisão reposiciona Zaher no cenário político local. Embora permaneça no MDB, ele deve integrar o arco de lideranças que apoiam o projeto eleitoral do deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho (Republicanos).

O vereador, inclusive, já declarou publicamente que estará ao lado do deputado no processo eleitoral deste ano, fortalecendo o grupo que vem sendo estruturado por Nininho na região.

Grupo político consolidado

Além de Ibrahim Zaher, o deputado conta com o apoio dos vereadores Marisvaldo Goncalves, Anderson Bananeiro e Beto do Amendoim.

O grupo também reúne ex-parlamentares com atuação consolidada no município, como Milton Mutum, Bilu da Areia e Olimpio Alvis.

Nos bastidores, a leitura é de que a decisão de Zaher contribui para evitar dispersão de forças dentro do campo político aliado a Nininho, ampliando a articulação regional do deputado.

Com isso, o vereador deve concentrar esforços na atuação parlamentar e na articulação política local, reforçando o grupo que se organiza para a disputa eleitoral deste ano.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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