Cuiabá
Centro Médico Infantil garante atendimento 24h durante todo o Carnaval
Cuiabá
Mesmo durante o período de ponto facultativo e feriado de Carnaval, o Centro Médico Infantil (CMI) de Cuiabá manteve atendimento ininterrupto à população. A unidade funcionou normalmente nos dias 16, 17 e 18 de fevereiro — segunda-feira, terça-feira de Carnaval e Quarta-Feira de Cinzas — garantindo assistência médica e odontológica pediátrica 24 horas por dia.
Conforme o Decreto nº 11.585/2025, publicado na edição nº 1269 da Gazeta Municipal, as unidades com atendimentos administrativos, ambulatoriais e por agendamento permaneceram fechadas nesse período. Ainda assim, o CMI assegurou atendimento integral, reforçando seu papel estratégico dentro da rede municipal de saúde.
Durante todos os dias de Carnaval, equipes médicas e odontológicas permaneceram de plantão, atendendo crianças de forma contínua, inclusive casos de urgência e emergência. O atendimento odontológico pediátrico 24h, inclusive para crianças com necessidades especiais, também foi mantido normalmente.
A unidade, que já ultrapassou a marca de 7 mil atendimentos médicos em menos de dois meses de funcionamento, segue como referência no atendimento pediátrico municipal. Somente no primeiro mês foram mais de 3,7 mil atendimentos, número que mantém média mensal superior a 3,5 mil — quase cinco vezes acima da meta inicial prevista.
Com 28 leitos, seis consultórios médicos e estrutura completa para atendimentos de baixa e média complexidade, o Centro Médico Infantil tem contribuído para reduzir a sobrecarga nas UPAs e nas portas de urgência e emergência do município.
O funcionamento contínuo durante o Carnaval reforça o compromisso da gestão municipal em garantir assistência à população mesmo nos períodos de recesso administrativo, assegurando acolhimento e cuidado às crianças cuiabanas.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes
Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.
Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.
A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.
“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.
Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.
A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”
Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.
“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.
Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.
“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.
Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.
Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.
“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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