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Operação em Cuiabá contra irregularidades em motos prende quatro condutores

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Quatro condutores foram presos por infrações de trânsito durante a operação Tolerância Zero Motos, realizada nesta quarta-feira (11), na Avenida Parque do Barbado, entre os bairros Pedregal e Renascer, em Cuiabá.

Entre os detidos, estão três condutores presos por adulteração veicular, sendo que dois deles ainda responderão pelo agravante de dirigir sem possuir habilitação. O quarto condutor foi preso por entregar o veículo a uma pessoa não habilitada.

De acordo com o balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram expedidos 24 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo sete casos de condução de veículo sem registro ou não licenciado e cinco por dirigir sem CNH.

Durante as abordagens, 45 veículos foram removidos para o pátio e 35 foram autuados.

O objetivo da Operação Tolerância Zero Motos é fiscalizar a regularidade das motos. A operação é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob coordenação do Gabinete de Gestão Integrada, e contou com a participação de equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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