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Parque das Águas recebe megaestrutura e programação histórica para celebrar a capital

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A comemoração dos 307 anos de Cuiabá promete entrar para a história com uma programação ampla, gratuita e pensada para todos os públicos. Sob coordenação do secretário municipal de Cultura, Johnny Everson, o evento terá como palco principal o Parque das Águas, que já recebe uma das maiores estruturas já montadas na capital para festividades públicas. Programação ocorre de 7 a 10 de abril.

Segundo o secretário, a proposta é unir celebração, acesso e organização para garantir uma experiência segura, acolhedora e inesquecível. “Queremos que o cuiabano participe com tranquilidade, sabendo que encontrará estrutura, conforto e uma programação pensada com muito cuidado”, afirmou.

A montagem da estrutura começou no dia 2 de abril e inclui o palco Geo Space, considerado o mais moderno de Mato Grosso. Com cobertura especial, ele oferece maior proteção contra chuvas e ventos, além de proporcionar melhor acústica para as apresentações.

Para garantir visibilidade ao público estimado entre 40 e 50 mil pessoas apenas no dia 7 de abril, o evento contará com painéis de LED, um central de 8×4 metros e dois laterais de 4×8 metros, com transmissão ao vivo das apresentações.

A infraestrutura também inclui 135 banheiros químicos (60 masculinos, 60 femininos e 15 adaptados para pessoas com deficiência), além de espaços exclusivos para artistas e equipes técnicas.

Gastronomia e cultura na avenida

Um dos grandes destaques da festa será a área gastronomica montada na Avenida Doutor Hélio Ribeiro, com o Festival do Baguncinha e Comidas Cuiabanas. O espaço terá um barracão de 20 por 35 metros, com mesas e cadeiras, oferecendo conforto ao público e valorizando a culinária regional.

A organização é da ABRASEL – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, reforçando o compromisso com qualidade e diversidade gastronômica.

Também teremos a praça de alimentação popular, que será montada na Avenida Doutor Hélio Ribeiro, conhecida como “Avenida Fast Food”, por onde o público terá acesso ao evento.

Além disso, a Feira Cultural Heranças Cuiabanas reunirá artesanato, doces típicos e produtos da cultura local, enquanto um parquinho de diversões com preços populares garantirá lazer para as crianças.

Acesso gratuito e orientação ao público

Para facilitar o acesso, a Avenida Doutor Hélio Ribeiro será interditada durante a montagem e realização do evento, nos dias 7 e 8. No dia 9 ela já estará liberada. O plano de mobilidade foi elaborado pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública (Semob-SegP), sob coordenação da secretária Francyanne Lacerda, com rotas alternativas para evitar congestionamentos.

Uma das principais medidas para incentivar a participação popular será a gratuidade no transporte coletivo durante toda a semana do evento, de segunda a sexta-feira.

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Também haverá estacionamento gratuito na Assembleia Legislativa e em pontos estratégicos próximos ao parque, ampliando as opções de acesso.

Inclusão e acolhimento para todos

A acessibilidade é um dos pilares da organização. Uma área exclusiva para pessoas com deficiência será instalada em frente ao palco, garantindo visibilidade e conforto.

O evento também contará com fraldário estruturado, oferecendo segurança e comodidade para famílias com crianças pequenas. “Pensamos em cada detalhe para que todos possam participar com dignidade e tranquilidade”, destacou o secretário.

Programação valoriza artistas locais e nacionais

A programação reúne mais de 50 atrações locais, com forte valorização da cultura cuiabana. A abertura, no dia 7, contará com 24 apresentações regionais entre samba e sertanejo, além dos shows nacionais de Dilsinho e da dupla César Menotti & Fabiano.

No dia 8, aniversário da cidade, a tradição ganha destaque com apresentações de Cururu e Siriri, seguidas por uma noite gospel com o grupo Morada.

A programação segue com homenagens culturais, incluindo a Noite do Rasqueado Cuiabano e se encerra com a Noite do Lambadão, reunindo bandas e dançarinos que representam a identidade popular da capital.

Retorno econômico e impacto social

Com investimento aproximado de R$ 4 milhões, somando recursos da Prefeitura, da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Max Russi, e emendas parlamentares, a expectativa é de forte impacto econômico.

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Com base em estudos da Fundação Getulio Vargas, cada R$ 1 investido em eventos desse porte pode gerar até R$ 13 em retorno. A estimativa é de que entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões sejam movimentados na economia local ao longo da semana. “Evento não é despesa, é investimento. Ele gera renda, fomenta o comércio e retorna em forma de tributos para o município”, ressaltou Johnny Everson.

A expectativa é de que cerca de 200 mil pessoas circulem pelo evento ao longo dos quatro dias de programação. Para o secretário, a celebração representa mais do que uma festa: é um momento de valorização da cultura, geração de oportunidades e fortalecimento da identidade cuiabana. “Em 306 anos, Cuiabá nunca teve uma festa dessa proporção. É um esforço coletivo, liderado pelo prefeito Abilio Brunini, com apoio fundamental do deputado Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa, para garantir que nossa cultura siga viva e acessível a todos”, afirmou.

A orientação é que a população se programe, utilize o transporte coletivo sempre que possível e aproveite com responsabilidade a programação gratuita preparada para celebrar a capital mato-grossense.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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