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Criação de universidade em Sinop (MT) segue para a Câmara

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A Comissão de Educação (CE) aprovou nesta terça-feira (28) a criação de uma universidade federal em Mato Grosso. O projeto autoriza o governo federal a transformar o campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Sinop, na Universidade Federal da Região Norte de Mato Grosso.

A proposta permite que a nova instituição tenha autonomia administrativa para ofertar ensino superior e pesquisa e extensão, sem prever aumento de despesas, já que não cria cargos nem estrutura física adicional. A medida busca ampliar o acesso ao ensino superior em uma região atendida hoje por apenas uma universidade federal em todo o estado.  

O PL 5.156/2020, do senador Wellington Fagundes (PL-MT), foi aprovado em votação final e segue para análise da Câmara dos Deputados, salvo se houver recurso para votação em Plenário. 

Estímulo

Relator da matéria, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) destacou que a iniciativa está alinhada às metas do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê a ampliação da taxa de matrículas no ensino superior entre jovens de 18 a 24 anos. 

— Essa medida vai justamente estimular o Plano Nacional de Educação, e é importante para o estado de Mato Grosso ter esse reconhecimento do campus de Sinop como universidade — afirmou. 

O senador Wellington Fagundes lembrou que Mato Grosso tem cerca de 900 mil quilômetros quadrados, uma população inferior a 4 milhões de habitantes e grande potencial de crescimento na produção agrícola, que depende de pesquisa e inovação.  

— Permitir que o governo estude a criação de mais uma universidade é o mínimo que podemos fazer, porque isso fortalece a interiorização e o desenvolvimento regional — disse. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Ananias Filho minimiza aproximação de Pivetta com Flávio Bolsonaro e reafirma Wellington ao Governo

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O presidente estadual do PL, Ananias Filho, afirmou nesta terça-feira (28) que a recente aproximação entre o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) não altera o planejamento da sigla para as eleições de 2026.

Mesmo diante da aproximação do Pivetta com o presidenciável, Ananias garantiu que o nome do senador Wellington Fagundes (PL) continua sendo a prioridade da legenda para a sucessão estadual.

Ananias destacou que, embora Pivetta tenha aberto palanque para Flávio Bolsonaro e este tenha sinalizado reciprocidade, o PL possui um projeto próprio consolidado. “O Wellington Fagundes está credenciado. Porque se não estivesse credenciado, não era o pré-candidato do PL”, disparou o dirigente durante entrevista na Câmara Municipal de Cuiabá.

Para Ananias, a capacidade de gestão de Wellington é o principal trunfo do partido. “Eu não vou discutir a capacidade do Wellington Fagundes, que já provou que tem capacidade para ser um bom gestor. Ele tem autoridade, ele tem determinação”, reforçou.

Questionado sobre a influência de apoios externos e a prática de “pular corda” entre candidatos, Ananias comentou sobre o comportamento do eleitorado mato-grossense:

“O eleitor que pega de um, ele não pega só de um. Ele pega de um, de dois, três, quatro, cinco… mas ele vota sabe em quem? No que ele quer. Às vezes ele vota no que ele não pegou. Ele fala claramente: meu voto é do João, e o Zé, o Tião e o Chiquinho que deram para ele. Mas ele quer votar no João, ele vai lá e vota no João. Ninguém pode mudar isso.”

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