Mato Grosso
Decisão judicial gera temor de despejo de 1,8 mil famílias em Cuiabá
Mato Grosso
Uma decisão judicial que determina estudos para possível desocupação de áreas ocupadas por cerca de 1,8 mil famílias voltou a gerar preocupação entre moradores da região do Jardim Vitória, em Cuiabá.
A medida envolve a área conhecida como “Águas Nascentes” e atinge moradores dos bairros Silvanópolis, Paraisópolis e parte do Jardim Vitória. A ordem foi expedida em abril dentro de uma Ação Civil Pública Ambiental que tramita há mais de dez anos.
A decisão determina que a Prefeitura de Cuiabá e o Governo do Estado realizem estudos técnicos sobre recuperação ambiental e eventual retirada das famílias da região.
Diante da repercussão, o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi, e a vereadora Katiuscia Mantelli solicitaram uma audiência pública para discutir alternativas de regularização fundiária e soluções habitacionais.
O encontro está marcado para a próxima quinta-feira (14), no plenário Renê Barbour, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Segundo Max Russi, a proposta é reunir órgãos públicos e instituições de controle para evitar que famílias sejam removidas sem assistência. Já Katiuscia afirmou que a falta de informações claras aumentou a insegurança dos moradores. A audiência deve reunir representantes do Ministério Público, Tribunal de Justiça, Defensoria Pública, Prefeitura de Cuiabá e Governo do Estado.
OAB
Advocacia de Alta Floresta terá atendimento prioritário em órgãos públicos do município
Os profissionais da advocacia passam a ter prioridade no atendimento nos órgãos e entidades da Administração Pública Municipal direta e indireta de Alta Floresta. “Essa é uma conquista importante para advogados e advogadas que precisam de agilidade para resolver as demandas dos seus clientes”, pontuou a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, ao comentar a Lei n° 3.134/2026, aprovada e promulgada pela Câmara Municipal de Alta Floresta e publicada no Diário Oficial de Contas.
A nova legislação estabelece que o atendimento prioritário está assegurado quando o profissional estiver atuando no exercício regular da advocacia, mediante apresentação da carteira profissional expedida pela OAB, garantindo “preferência na tramitação interna de demandas administrativas, protocolos, requerimentos e obtenção de informações necessárias ao exercício profissional, sempre que não houver disposição legal específica em sentido diverso”.
O presidente da 8ª Subseção de Alta Floresta, Jean Stavarengo, comemorou a promulgação da Lei de autoria do vereador Francisco Ailton dos Santos, presidente da Câmara do município. “É um avanço para os profissionais poderem exercer a advocacia de forma ainda mais eficiente, garantindo a busca de soluções mais rapidamente. Estaremos acompanhando de perto para que a lei seja efetivamente cumprida”.
A lei já estará em vigor a partir da próxima segunda-feira (08).
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Judite Rosa
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