Mato Grosso

Secretário aponta cenário positivo para Pivetta após posse: “Cresceu em todas as pesquisas”

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Secretário-chefe da Casa Civil de Mato Grosso, Mauro Carvalho, comentou nesta sexta-feira (8), as divergências entre os resultados das recentes pesquisas eleitorais divulgadas pelos institutos Percent Brasil e Veritá. Carvalho minimizou as discrepâncias metodológicas e focou no desempenho do atual governador, Otaviano Pivetta (Republicanos).Mauro Carvalho evitou comparar diretamente os dados, argumentando que as pesquisas refletem “o momento” político. “A pesquisa é uma fotografia de um momento. Não sei em que momento foi feita a da Percent e não sei em que momento foi feita a da Veritá. É preciso entender que a pesquisa é um indicador e que não reflete a realidade”, observou.O secretário-chefe da Casa Civil afirmou que, independentemente do instituto, o crescimento de Otaviano Pivetta é “evidente”. Segundo ele, a posse de Pivetta como governador (após a renúncia de Mauro Mendes para disputar o Senado) impulsionou sua visibilidade e aceitação em todos os cenários.

“O que nós vemos, nesses indicadores, é um crescimento do Otaviano Pivetta em todas as pesquisas. Desde o momento em que ele assumiu o governo, em 31 de março, a realidade passou a ser outra”, disse.

“O crescimento do Pivetta, independente de instituto, é visível em qualquer situação. E isso nos motiva a buscar, cada vez mais, doze anos de prosperidade para Mato Grosso”, completou o secretário.

A pesquisa do Instituto Veritá apontou um empate técnico na modalidade espontânea entre Pivetta (42%) e o senador Wellington Fagundes (43,3%).

Já o levantamento da Percent Brasil indicou uma estabilidade de Pivetta, enquanto nomes como os senadores Wellington Fagundes e Jayme Campos apresentaram avanço.

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Cuiabá

Abilio Brunini vê afronta ao Congresso em decisão de Alexandre de Moraes sobre dosimetria penal

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), reagiu nesta segunda-feira, 11 de maio, à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria para redução das penas de condenados pelos atos do 8 de Janeiro. Ele classificou a medida como um “tapa na cara” de deputados e senadores.

A decisão ocorre em meio a argumentos apresentados em ações no Supremo, de que a manutenção da lei poderia incentivar novos ataques antidemocráticos. A norma, promulgada no último dia 8 pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, permite a redução de penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, mas teve sua aplicação suspensa até o julgamento definitivo da Corte.

Abilio afirmou que não vê relação entre a lei e eventuais novos ataques às instituições, diferente do que foi apontado.

Olha, o que faz ter novos ataques é a corrupção que está empreada aí no governo Lula, com escândalos do Banco Master, do INSS e tantos outros. A corrupção que cria indignação na população. Não é a Dosimetria, não é nenhuma dessas medidas. Acho que o povo está de saco cheio desse discursinho barato aí, de que foi golpe ou alguma coisa assim, porque ninguém acredita nisso mais. O que a gente acredita é que o golpe na democracia que está se dando é agora”, declarou.

“O que o Alexandre Moraes e tantos outros estão fazendo, é esse que está sendo o verdadeiro golpe na democracia, que não respeita a Constituição, não respeita o Estado Democrático de Direito, não respeita a separação dos Poderes, então esse é o verdadeiro golpe”, completou.

As contestações à lei foram apresentadas por meio de Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) pela federação PSOL-Rede e pela Associação Brasileira de Imprensa, que apontam possíveis irregularidades no processo legislativo, como o fatiamento do veto presidencial.

 

Na decisão, Moraes determinou a suspensão da lei por “segurança jurídica”. Com isso, permanecem válidas as penas já fixadas pelo STF, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), até a definição final.

O ministro também deu prazo de cinco dias para que o presidente da República e o Congresso Nacional prestem informações. Em seguida, a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República terão três dias para se manifestar sobre o caso. FONTE ESTADAO

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