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“Me prende então”: Vereador se exalta durante discussão com Flávia Moretti; veja vídeo

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A Câmara de Várzea Grande foi palco, nesta sexta-feira (22), de um barraco entre a prefeita Flávia Moretti (PL) e o vereador Wender Madureira (Republicanos).

A confusão começou no momento em que a prefeita protocolava cerca de sete projetos do Executivo Municipal na Casa de Leis. Em determinado momento, o vereador chegou e questionou a motivação da visita da gestora ao Legislativo.

“Vim protocolar sete projetos de lei, de 20 processos que já estão aqui na Casa. Agora passam para 27 projetos do Executivo”, disse Flávia.

Logo após, Wender começou a levantar questionamentos contra a gestão de Moretti. Uma das principais críticas do parlamentar foi sobre a estrutura do Pronto-Socorro de Várzea Grande e os buracos nas ruas da cidade.

“Tomara que consiga aprovar! Vamos conversar com os vereadores para poder ajudar, mas também queria que a senhora ajudasse o pronto-socorro, que está com tomografias e ressonâncias atrasadas”, afirmou o vereador.

Rebatendo as críticas, Flávia afirmou que é preciso que os vereadores aprovem o projeto de orçamento da Saúde, que está tramitando na Câmara.

“Ótimo, vereador. Que tal o senhor aprovar as emendas orçamentárias de gabinete? Tem R$ 9 milhões travados já faz 60 dias”, respondeu a prefeita.

Através de vídeo obtido pelo O Bom da Notícia, é possível ver que, após a resposta da prefeita, o vereador começou a se alterar e também desferiu ataques contra o deputado estadual Fábio Tardin (PSB).

Em determinado momento, com os ânimos exaltados, o vereador começou a discutir com um guarda municipal após o agente pedir para que o parlamentar não chegasse tão perto de Flávia.

“Me prende, então! Você me respeita? Então me prende!”, disse o vereador.

 

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Lei garante execução imediata de medidas protetivas de natureza cível para mulheres vítimas de violência

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Medidas protetivas de natureza cível para mulheres vítimas de violência deverão ser cumpridas imediatamente. A medida está prevista na Lei 15.412/26, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União da quinta-feira (21).

A nova norma altera a Lei Maria da Penha.

Diferentemente do processo penal, as medidas protetivas de natureza cível não funcionam como punições diretas ao agressor. Elas são ordens judiciais para proteger a mulher e seus dependentes na vida familiar, patrimonial e doméstica.

Entre as medidas previstas estão:

  • afastamento do agressor do lar;
  • suspensão ou restrição de visitas aos filhos;
  • proibição de venda ou retirada de bens do casal ou da vítima; e
  • encaminhamento da mulher e de dependentes para programas de proteção e atendimento.

Pela nova lei, o juiz poderá determinar o cumprimento das medidas sem que a vítima precise entrar com ação judicial.

A medida teve origem no Projeto de Lei 5609/19, apresentado pelo ex-senador Fernando Bezerra Coelho, aprovado pelo Senado em 2023.

Na Câmara dos Deputados, a proposta foi aprovada neste ano sem mudanças. Na Comissão de Constituição e Justiça, a relatora foi a deputada Laura Carneiro (PSD-RJ).

“A mudança confere efetividade e maior proteção à mulher vítima de violência doméstica, com a rapidez no cumprimento das medidas impostas”, disse ela.

Da Redação – GM
Com informações da Agência Senado

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