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Vou continuar pagando contribuição depois de me aposentar? Imprev esclarece dúvida comum entre servidores

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Uma das dúvidas mais frequentes entre os servidores públicos municipais é se, após a aposentadoria, a contribuição previdenciária continua sendo descontada. A resposta, segundo o Diretor Executivo do Imprev, Ronas Ataíde, é clara: depende do valor do benefício.


De acordo com Ronas, o que muda após a aposentadoria não é a existência da contribuição em si, mas sobre qual valor ela passa a incidir. “A legislação previdenciária utiliza como referência o teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), o teto do INSS”, cita ele.


Qual é o valor de referência em 2026?

Em 2026, o teto do INSS foi reajustado para R$ 8.475,55. Esse valor é determinante para saber se haverá ou não desconto da contribuição previdenciária para aposentados e pensionistas vinculados ao regime próprio.


Quem recebe até o teto do INSS

Se o valor da aposentadoria ou da pensão for igual ou inferior a R$ 8.475,55, não incide desconto de contribuição previdenciária. Nesses casos, o aposentado ou pensionista fica isento de contribuir para o Imprev.


Quem recebe acima do teto do INSS

Já os aposentados e pensionistas que recebem acima desse valor continuam contribuindo, porém com uma regra específica. A alíquota de 14% incide somente sobre a diferença, ou seja, apenas sobre o valor que ultrapassar o teto do INSS, e não sobre o total do benefício.


Planejamento evita surpresas

Ronas Ataíde reforça que compreender essa regra é fundamental para que o servidor possa planejar sua aposentadoria com mais segurança, evitando dúvidas e surpresas futuras no contra-cheque.

“O entendimento correto sobre como funciona a contribuição após a aposentadoria ajuda o servidor a se organizar financeiramente e a ter mais tranquilidade nesse novo momento da vida”, destaca.

O Imprev segue atuando com transparência, orientando os servidores municipais sobre seus direitos e deveres dentro do regime próprio de previdência.

“Cuidar de quem cuidou é nosso compromisso!”

Prefeitura de Primavera do Leste

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Fiscalização de Posturas rebate inverdades sobre armazenamento de materiais apreendidos em Primavera do Leste

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Prefeitura afirma que todos os itens apreendidos são armazenados em local adequado, preservados para possível devolução aos proprietários e, quando não retirados dentro do prazo legal, destinados a projetos sociais.

Mesmo após o trabalho de transparência realizado pela Prefeitura de Primavera do Leste, por meio da Secretaria Municipal Segurança Publica e Mobilidade Urbana, algumas inverdades continuam sendo disseminadas nas redes sociais e até mesmo na tribuna da Câmara Municipal. Um dos principais questionamentos envolve o destino dos materiais apreendidos pela fiscalização de Posturas.

Entre as alegações, foi dito que os produtos estariam sendo armazenados de forma irregular, expostos ao sol, à poeira e sem os devidos cuidados. No entanto, segundo a administração municipal, todos os materiais apreendidos são acondicionados em local apropriado, garantindo sua conservação para que possam ser devolvidos aos proprietários, caso a situação seja regularizada dentro dos prazos previstos em lei.

De acordo com o coordenador de Fiscalização e Posturas, Muller, todo o procedimento segue rigorosamente a legislação vigente.

“Tudo é feito dentro da lei. As apreensões seguem os procedimentos legais e, quando as pessoas procuram retirar seus materiais, eles estão sempre em bom estado de conservação. Todos os produtos apreendidos são armazenados no Almoxarifado Central da Prefeitura, localizado na Rua do Comércio. Já os materiais que não são retirados dentro do prazo previsto em lei são destinados à doação para projetos sociais, como ocorreu recentemente com os projetos Mãe Cidinha e Dom Bosco”, afirmou.

Como forma de acompanhar o trabalho desenvolvido pela fiscalização, a vereadora Maria do Super Compras esteve no Almoxarifado Central, onde os materiais permanecem armazenados após as apreensões. Segundo ela, o local apresenta condições adequadas para a conservação dos produtos.

“Como nós podemos ver, os materiais não apresentam umidade nem mofo. Eles estão em bom estado de conservação e são preservados pela Prefeitura e pelos responsáveis pelo armazenamento”, declarou a vereadora.

No cenário político, é natural que decisões da administração pública sejam alvo de críticas e divergências. No entanto, quando as informações são confrontadas com os fatos, o debate passa a exigir responsabilidade. Neste caso, a Prefeitura abriu as portas do almoxarifado, apresentou a forma como os materiais são armazenados e demonstrou que os procedimentos seguem o que determina a legislação.

A gestão municipal sustenta que continuará adotando uma postura de transparência, permitindo que a população acompanhe de perto o trabalho realizado. Afinal, críticas fazem parte da democracia, mas a divulgação de informações sem respaldo nos fatos apenas gera desinformação e acaba colocando em dúvida um trabalho que, segundo a administração, tem sido conduzido com responsabilidade, legalidade e respeito ao patrimônio dos cidadãos.

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