Várzea Grande

Novo semáforo começa a funcionar nesta terça com apoio de agentes de trânsito

Publicado em

Várzea Grande

A ação segue o modelo adotado recentemente na Avenida da FEB e integra o plano de modernização do sistema viário da cidade e tem como objetivo garantir mais segurança e fluidez em uma das vias de maior movimento do Município

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, informa que o novo semáforo instalado na Avenida João Ponce de Arruda, em frente à praça Couto Magalhães (Drogasil), entra em funcionamento nesta terça-feira (04), às 7h30. A medida integra o plano de modernização do sistema viário da cidade e tem como objetivo garantir mais segurança e fluidez em uma das vias de maior movimento do Município.

Durante todo o dia, agentes de trânsito estarão no local orientando pedestres e motoristas sobre o novo sistema de travessia, ajudando na adaptação e na organização do fluxo. A ação segue o modelo adotado recentemente na Avenida da FEB, onde a presença dos agentes foi essencial para reduzir conflitos e melhorar o tráfego.

Desde maio, a Prefeitura vem executando uma série de ajustes e melhorias na malha viária, incluindo a retirada gradual dos radares fixos de velocidade e a instalação de novos semáforos em pontos estratégicos. Até o momento, 10 equipamentos de fiscalização já foram desativados, em um processo que seguirá até atingir 36 pontos, entre vias principais e transversais.

De acordo com estudos técnicos da Coordenadoria de Mobilidade Urbana, as mudanças têm refletido em resultados positivos: em locais como a Avenida Doutor Paraná, houve redução de até 62,5% nas infrações registradas entre 2023 e 2024.

O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ductievicz, destacou que as ações priorizam a educação e a prevenção no trânsito. “Nosso trabalho busca um trânsito mais humano e seguro. A instalação de novos semáforos e a reorganização do tráfego fazem parte de um esforço contínuo de modernização e cuidado com a vida”, afirmou.

A Prefeitura continuará monitorando os principais corredores viários e realizando novos ajustes conforme as demandas da população e os indicadores de segurança, consolidando Várzea Grande como uma cidade em movimento, que valoriza a mobilidade e o bem-estar de todos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Após denúncia de Flavia, TCE determina devassa na Era Kalil, em VG

Publicados

em

O conselheiro Antônio Joaquim do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) determinou a abertura de uma investigação para apurar suspeitas de superfaturamento, falhas na fiscalização e possíveis prejuízos aos cofres públicos em um contrato de transporte escolar da Prefeitura de Várzea Grande. A decisão foi publicada no Diário Oficial de Contas, que circulou na última sexta-feira (29 de maio). No começo do mês, o Ministério Público (MPMT) fez uma notificação recomendatória à prefeita Flávia Moretti (PL) para que tome medidas diante dos indícios de graves irregularidades na contratação e execução dos serviços de transporte escolar no município, com suspeita de superfaturamento de R$ 6,2 milhões.

A medida do TCE envolve o Pregão Eletrônico 01/2022 e o Contrato 095/2022, firmados para a prestação do serviço de transporte escolar aos alunos da rede municipal de ensino durante a gestão do ex-prefeito Kalil Baracat (MDB). A representação foi proposta pela Controladoria-Geral do Município em face da Prefeitura de Várzea Grande, sob gestão de Flávia Moretti (PL).

 

De acordo com a denúncia, uma auditoria apontou indícios de possível superfaturamento por divergências na quilometragem cobrada, falhas na fiscalização contratual, suposta subcontratação irregular, utilização de frota precária, ausência de segregação de funções e até suspeita de direcionamento da licitação. Durante o processo, a Prefeitura informou que a própria Controladoria-Geral instaurou auditoria para investigar possíveis irregularidades relacionadas ao contrato.

A empresa Eva Tur Transportes alegou que não participou da execução do contrato e afirmou que o uso de seu CNPJ em uma impugnação ao edital ocorreu por erro material, negando qualquer fraude ou conluio. Já a Allegratur Agência de Viagens e Turismo sustentou que a licitação e a execução contratual ocorreram de forma regular, sem superfaturamento, combinação entre empresas ou subcontratação irregular.

O ex-secretário municipal de Educação, Sílvio Aparecido Fidelis, afirmou que os apontamentos da auditoria decorreriam de interpretações equivocadas sobre a dinâmica operacional do transporte escolar e sobre as atribuições administrativas relacionadas à contratação e fiscalização do serviço. Antônio Joaquim destacou que tanto a área técnica do TCE quanto o Ministério Público de Contas defenderam o aprofundamento das investigações.

 

“O Ministério Público de Contas e a unidade técnica convergiram quanto à necessidade de aprofundamento da apuração dos fatos por meio de Tomada de Contas Especial”, afirmou. Na decisão, o conselheiro ressaltou que existem elementos que justificam uma investigação mais detalhada. “Concordo com a manifestação técnica e ministerial quanto à necessidade de aprofundamento técnico e probatório das irregularidades apontadas, principalmente diante dos indícios de possível danos ao erário municipal em valores expressivos”, escreveu.

O relator também entendeu que não seria adequado considerar a representação improcedente neste momento. “Eventual pronunciamento de improcedência acabaria por transmitir conclusão definitiva de regularidade dos fatos apurados, circunstância incompatível com o atual estágio processual”, traz trecho.

 

A 6ª Secretaria de Controle Externo do TCE deverá instaurar uma Tomada de Contas Especial para aprofundar a apuração, individualizar responsabilidades, calcular eventual dano aos cofres públicos e verificar se houve irregularidades no contrato do transporte escolar. ” Assim, considerando que não haverá, neste momento, apreciação conclusiva acerca da ocorrência das irregularidades e das responsabilidades eventualmente envolvidas, compreendo que a solução processualmente mais adequada consiste na extinção da presente Representação de Natureza Externa sem resolução de mérito, com a instauração de autos próprios de Tomada de Contas Especial para aprofundamento da instrução, observando-se, no futuro processo, o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa”, determinou.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA