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Várzea Grande fortalece políticas públicas na 16ª Conferência Estadual de Assistência Social

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A Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande marcou presença e teve participação ativa na 16ª Conferência Estadual de Assistência Social de Mato Grosso, realizada em Cuiabá, nos dias 8,9 e 10 de outubro. A participação demonstra o firme compromisso da gestão municipal com a defesa, o aprimoramento e o fortalecimento das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento social e à garantia de direitos no município.

A comitiva de Várzea Grande, composta por gestores, conselheiros e a equipe técnica, integrou os debates, a troca de experiências e as discussões sobre os rumos da assistência social no estado e no país. A conferência, que reúne representantes de todo Mato Grosso, é o principal espaço de diálogo entre governo e sociedade civil para avaliação e proposição de diretrizes para o Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

A Secretária Municipal de Assistência Social, Cristina Saito, enfatizou a importância do evento para o planejamento das ações locais.

“Nossa presença aqui reforça o entendimento de que a Assistência Social é um direito do cidadão e um dever do Estado. O que debatemos na Conferência se traduz em um compromisso renovado com a população mais vulnerável de Várzea Grande”, afirmou a Secretária.

Saito destacou que a troca de conhecimentos e a articulação com outros municípios e o Governo do Estado são fundamentais para qualificar o atendimento.

“Estamos trazendo para Várzea Grande as melhores práticas e as novas diretrizes para garantir que as políticas públicas sejam cada vez mais eficientes e alcancem quem realmente precisa, promovendo o desenvolvimento social e a inclusão”, concluiu.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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