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De samba a Beatles, 46 blocos agitam o Carnaval no Rio nesta segunda

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A capital fluminense espera receber 6,8 milhões de foliões apenas nos blocos de rua. A RioTour, empresa municipal do Rio, autorizou 462 blocos a desfilar no carnaval carioca. 

O carnaval do Rio de Janeiro mais uma vez leva milhões de foliões para as ruas da cidade nesta segunda-feira (16/2). São 46 blocos oficiais espalhados por toda a capital fluminense.

Entre os destaques, o Bloco Que Pena Amor, que saiu bem cedinho, logo pela manhã, no centro da cidade. E o Sargento Pimenta, famoso por tocar clássicos dos Beatles em ritmos carnavalescos como samba e marchinha, e que arrasta uma multidão de foliões na zona sul. 

Mas a alegria não para por aí. À tarde ainda tem muita programação, como o Bloco das Divas, no Recreio dos Bandeirantes, e às 14h tem Carrossel De Emoções, na Glória. Às 17h é a vez do Bloco da Colônia, em Paquetá; e Ciganas Feiticeiras, de Olaria. A capital fluminense espera receber 6,8 milhões de foliões apenas nos blocos de rua.

A RioTour, empresa municipal do Rio, autorizou 462 blocos a desfilar no Carnaval carioca. A programação completa desta segunda-feira, você confere no site da Agência Brasil.


Fonte: EBC Cultura

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Janis Joplin é homenageada em exposição no Museu da Imagem e do Som-SP

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Ícone da contracultura hippie e dona de uma das maiores vozes do rock, Janis Joplin é homenageada em uma exposição que começou nesta quinta-feira no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. São mais de trezentos itens originais da cantora e compositora estadunidense, entre cartas, fotografias, figurinos e discos. 

Janis Joplin teria completado 83 anos em janeiro. Ela morreu em outubro de 1970, aos 27 anos, e se consagrou como uma das grandes vozes do rock, além de ter uma presença de palco eletrizante. 

Na mostra, o público pode ver fotos, livros e discos de músicos de blues que influenciaram a artista, além de cartas, desenhos criados por ela, acessórios e roupas  – objetos que estavam guardados desde a morte da cantora e são exibidos pela primeira vez.  O diretor-geral do MIS e curador da exposição, André Sturm, explicou a ideia de dividir a exposição por sentimentos. Para ele as emoções eram intensas, por isso escolheu este lado mais potente: o amor, a felicidade, a tristeza, a liberdade…

A intensidade da voz rasgada pode ser ouvida em trechos de músicas disponíveis na mostra e também no vídeo exibido em uma tela enorme  com um trecho da apresentação no Festival de Monterey Pop em 67, um ponto de virada na carreira de Janis Joplin. 

Uma das salas é dedicada à vinda de Janis ao Brasil: em fevereiro de 1970, meses antes de morrer, ela desembarcou no Rio de Janeiro, em pleno carnaval, conheceu Alcione e Serguei, deu canjas em boates e foi fotografada nas praias cariocas. 

Chris Flannery foi consultor da exposição, e fez a ponte entre o museu e a família da cantora. Ele conta que a mostra traz a essência do estilo boho-chic de Janis e vai além

“Eu acho que nos manuscritos, nos desenhos dela, você vai ver um lado dela que as pessoas não conheciam: ela era uma artista. Então tem um espaço com a arte dela aqui. Então agora você tem a chance de começar a entender quem foi essa mulher. E tem muitos detalhes, muitas coisas da história dela e foi feito um ótimo trabalho de capturar a essência de quem ela foi como musicista”.


Foto da Expo Janis Joplin
Foto da Expo Janis Joplin

Entre os anos de 1966 e 1970, Janis Joplin gravou quatro discos: dois como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company e dois em carreira solo. O último deles, “Pearl”, foi lançado em janeiro de 1971, três meses depois da morte da cantora.

Janis Joplin foi livre à sua própria maneira e, além da importância na música, também representou um símbolo de liberdade para as mulheres ao não se encaixar em papéis sociais estabelecidos. 

A exposição “Janis” fica em cartaz no MIS até o mês de julho, e os ingressos podem ser comprados no site do museu. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

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