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Feira de Música do Piauí reúne artistas e empreendedores da cidade

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Nesta quarta-feira (28) e quinta-feira (29), Teresina será cenário para discutir e celebrar a produção musical feita no Piauí. 

A primeira edição da ExpoMusic, Feira de Música do Piauí, que acontece no complexo Clube dos Diários, reúne empreendedores, artistas, pesquisadores, produtores culturais, estudantes e o público em geral. O evento tem como principal objetivo fortalecer e dar visibilidade à cadeia produtiva da música piauiense, além de fomentar negócios e promover a formação com temas importantes no setor.

A programação, totalmente gratuita, inclui palestras, workshops, cursos, pocket shows e uma exposição dedicada à memória e a história da música piauiense. Durante os dois dias de evento também estão previstos stands de produtos e serviços vinculados ao setor, palestras sobre música e direitos autorais, palco digital,  além de pocket shows.

Neste primeiro dia de ExpoMmusic, um dos destaque é o lançamento do livro “O Som Daqui”, de Geraldo Brito. Ele autografa e fala da sua obra na Galeria do espaço.

Já o workshop “ Do Quarto para o Mundo”, ministrado por Sandro Sertão, vai falar sobre a produção Home Studio e a  Distribuição Digital do produto musical. 

Logo mais, a partir das 19h30, na Galeria do Clube dos Diários, quem se apresenta são o cantor Edvaldo Nascimento e o Show 40 mais e o cantor Lázaro do Piauí. Amanhã, no mesmo horário, haverá a solenidade de premiação dos melhores da música de 2025, na Sala Torquato Neto, seguida de shows de Sarminina e Batuque Elétrico, na Galeria.

 A programação completa está disponível no instagram @navi_loucaproducoes, que faz a gestão do evento. 


Fonte: EBC Cultura

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Mostra reúne obras de egressos dos sistemas prisional e socioeducativo

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Vinte e sete egressos dos sistemas prisional e socioeducativo e familiares assinam trabalhos na exposição, “Coexistir Habitar”, em cartaz num espaço de arte contemporânea, instalado em imponente casarão do século 19, no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro.

A mostra no Largo das Artes é resultado de curso realizado no Museu da Vida Fiocruz, que trabalhou o projeto como ferramenta de escuta e reconstrução de trajetórias.

Segundo o curador Jean Carlos Azuos, a iniciativa coloca a arte como um direito de todos…

“Antes de ser apenas um espaço de exposição, ele afirma o fazer artístico como um direito. Produzir arte não é privilégio, é possibilidade legítima de existência. Quando essas obras ganham visibilidade, algo se transforma, muda o reconhecimento do público, muda também a forma como esses artistas passam a ser vistos por suas famílias, suas redes de afeto. Se antes havia um estigma, agora há reconhecimento. A exposição inverte essa lógica e nos convida a celebrar essas potências que são essas pessoas”.

Jean Carlos fala também sobre as escolhas temáticas da exposição…

“A mostra é atravessada por uma relação intensa entre a arte e vida. As obras abordam a espiritualidade, cotidiano, relações familiares, experiências de trabalho e a presença de corpos negros periféricos na cidade, em linguagens diversas, como pintura, vídeo, escultura e instalação. É possível compreender aspectos dessas realidades por meio dos trabalhos, mas a exposição não se limita à narrativa da privação da liberdade. Não há compromisso exclusivo com a denúncia, mas com a criação. São produções esteticamente consistentes, que poderiam ocupar qualquer museu ou galeria no país”.

Ao ocupar o Largo das Artes, sede de projetos artísticos de vários países, a mostra também cria um encontro simbólico entre territórios historicamente marginalizados e o circuito cultural tradicional carioca. O curador reforça essa importância..

“Estar no circuito cultural tradicional é um gesto de reposicionamento. Insere essas produções no debate público e tenciona o próprio sistema das artes. A exposição afirma que esses artistas não se reduzem a um episódio de suas biografias, mas pelo contrário, são sujeitos múltiplos, criadores livres no exercício do fazer”.

Além da mostra, o projeto conta com atrações variadas, como detalha Jean Carlos.

“A programação prevê encontros com artistas, rodas de conversa e ações mediadas por educadores, interlocutores, a exposição se desdobra em atividades artístico-pedagógicas ao longo de todo o período em cartaz, ampliando assim o diálogo com os diferentes públicos. É, não é apenas só a mostra, é um espaço contínuo de troca, de reflexão, de partilha”.

A exposição “Coexistir Habitar” tem entrada gratuita, com visitação até 25 de abril, de terça a sábado, das 10h às 17h. Anote o endereço: Rua Luís de Camões, região central da cidade. 


Fonte: EBC Cultura

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