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Abilio diz que não vai a evento de Lula para entrega de equipamentos e duvida de vinda

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou nesta terça-feira (3) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não deve comparecer à capital no dia 16 de dezembro, como anunciado pelo Partido dos Trabalhadores. Segundo ele, a divulgação do evento seria usada para impulsionar pré-candidatos da esquerda.

“Primeiro, eu acho que ele não vem. Eles estão fazendo aquele material todo só para chamar atenção daqueles pré-candidatos que aparecem na foto. Eu acredito que ele não vem. Ainda como ex-deputado, recebo todos os comunicados da agenda presidencial, assim como todos os deputados federais. Não vi na agenda dele nenhuma marcação de vinda para cá”.

A visita de Lula está prevista para a entrega de mais de 400 maquinários agrícolas a municípios de Mato Grosso, em evento marcado para as 9h, na Avenida do CPA. Na segunda-feira, conforme noticiado pelo Portal O Documento, a própria equipe do PT chegou a divulgar nas redes oficiais uma arte institucional com a lista de parlamentares locais que estariam recebendo o presidente, mas cometeu a gafe de esquecer o nome do deputado estadual Lúdio Cabral (PT), uma das principais lideranças do partido no estado.

Abilio disse acreditar que, mesmo que a viagem esteja prevista, pode ser cancelada de última hora. “Eu acho que é mais uma tentativa desses deputados, senadores, etc., de fazer mídia em cima do nome dele para criar especulação. Aí de repente acontece alguma coisa e ele não pode vir: choveu, o clima estava quente… Aí ele não vem. Não posso dizer que é uma estratégia mentirosa, porque vai que ele vem”.

Crítico ferrenho do presidente, Abilio reforçou que não participará da cerimônia e que nenhum representante da Prefeitura de Cuiabá estará presente. “Ainda que ele venha, eu não vou. E da Prefeitura de Cuiabá também ninguém vai. Então, não vou nem dizer ‘bem-vindo’. Vem e vai embora logo”.

Questionado se algum equipamento agrícola será destinado à capital mato-grossense, o prefeito também minimizou. “Se vier, a gente pega depois

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Cuiabá

Parlamentar defende desenvolvimento da capital com inclusão e dignidade

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Ana Conrado | Assessoria da vereadora Baixinha Giraldelli 

A vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) voltou a se manifestar sobre  as diretrizes estabelecidas no Plano Diretor de Cuiabá durante a sessão de terça-feira (14), reforçando a necessidade de que o crescimento da cidade esteja alinhado à garantia de dignidade e inclusão social para a população.

Diferente de manifestações anteriores, a parlamentar direcionou sua fala ao impacto real do planejamento urbano na vida de quem já vive em regiões consolidadas, mas ainda invisíveis do ponto de vista legal. “Não é só sobre crescer, é sobre garantir que as pessoas tenham direito à cidade”, destacou.

Durante o discurso, Baixinha criticou a ideia de que bairros como Pedra 90, Coxipó e Parque Cuiabá devam esperar por uma valorização a longo prazo. Segundo ela, essa lógica ignora a urgência de milhares de famílias que convivem há décadas com a falta de regularização fundiária e infraestrutura básica.

A vereadora enfatizou que a ausência de regularização vai além da questão documental e impacta diretamente na qualidade de vida da população. “São bairros que existem de fato, mas não de direito. Isso gera insegurança, exclusão e abandono”, afirmou.

Baixinha também pontuou que a falta de regularização dificulta ou impede a chegada de serviços essenciais, comprometendo o desenvolvimento dessas regiões. Entre os principais problemas enfrentados, ela citou:

Falta de saneamento básico;

Ausência de pavimentação;

Problemas de drenagem;

Iluminação pública insuficiente.

Outro ponto abordado foi a ocupação de áreas inadequadas, como margens de rios e regiões de risco, o que agrava questões ambientais e aumenta a vulnerabilidade dessas famílias.

A vereadora defendeu que é preciso transformar o debate em ações concretas. “Todo mundo já sabe o que precisa ser feito. O que falta é vontade política, planejamento e prioridade real para que isso saia do papel”, declarou.

Ao encerrar, Baixinha reforçou que não é contra o crescimento urbano, mas defende que ele aconteça de forma responsável. “O Plano Diretor tem que permitir o crescimento, sim, mas não podemos esquecer do que já existe. Não podemos deixar essas comunidades para trás”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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