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“Asfalto novo da MT-240 vai reduzir distância de Diamantino a Nova Mutum em 40 km”, destaca governador

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O governador Mauro Mendes destacou que a entrega do asfalto novo na MT-240, nesta quarta-feira (17.09), vai reduzir em até 40 quilômetros a distância entre Diamantino e Nova Mutum.

Com 23,7 quilômetros asfaltados e R$ 59,9 milhões investidos, a obra vai conectar Diamantino diretamente à BR-163, que tambem recebe um grande pacote de obras do estado. A entrega ocorreu durante as comemorações de 297 anos da cidade.

“Isso vai melhorar muito a logística aqui na região, porque vai encurtar praticamente 40 quilômetros nesse deslocamento de Nova Mutum até Diamantino e todas as demais cidades das redondezas.”, afirmou o governador.

Mauro também reforçou que Mato Grosso está prestes a atingir um marco histórico na infraestrutura, com a entrega de mais de 7 mil quilômetros de asfalto de 2019 até o fim do próximo ano, no encerramento da gestão.

“Nenhum outro estado do Brasil está fazendo o que estamos fazendo em termos de infraestrutura. Pegamos o estado com pouco mais de seis mil quilômetros de rodovias asfaltadas e vamos entregar com o dobro do que existia. Ações como essas melhoram a qualidade de vida, trazem mais prosperidade, geram emprego, renda e dignidade para as pessoas”, completou.

Também participaram da inauguração a primeira-dama Virginia Mendes; o prefeito de Diamantino, Chico Mendes; o prefeito de São José do Rio Claro, Levi Salies; o prefeito de Alto Paraguai, Adair Moreira; o vice-prefeito de Lucas do Rio Verde, Joci Piccini; os deputados estaduais Dilmar Dal Bosco, Beto Dois a Um, Hugo Garcia, Chico Guarnieri e Fábio Tardin; a secretária de Estado de Comunicação, Laice Souza; o juiz André Gahyva; e o presidente do Conselho de Administração da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos.

Fonte: Governo MT – MT

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Trecho de rodovia mostra desgaste precoce após investimento de R$ 130 milhões

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, deu início, nesta segunda-feira (1), à inspeção na MT-170 após denúncias de que trechos da rodovia, que consumiram milhões de reais em recursos públicos, já estão destruídos menos de um ano após a entrega. A vistoria vai subsidiar uma auditoria para apurar a qualidade da pavimentação, a aplicação dos recursos e a responsabilidade das empresas contratadas.

“As informações que nós temos é que tem um trecho entre Castanheira e Juruena que está totalmente destruído. Só que, como é tudo o mesmo projeto, daqui a pouco toda a rodovia vai estar destruída. A MT 170 virou farelo e ela custou milhões”, afirmou o presidente.

Ao longo dos próximos dias, o presidente e a equipe técnica seguirão por Campo Novo do Parecis, Brasnorte, Juína, Castanheira e Juruena. Além do registro dos pontos críticos de cada lote dos contratos, também serão realizadas reuniões com prefeituras e entidades locais para colher relatos da população.

“Temos recebido muita reclamação de toda essa região para onde estamos indo. Então, queremos ouvir as pessoas. Todo mundo pode acompanhar nossa caravana, é o Tribunal de Contas com o pé na estrada”, reforçou Sérgio Ricardo.

O presidente explicou ainda que um dos pontos da auditoria é a regularidade do seguro das obras, já que a falta de cobertura pode inviabilizar a garantia para refazer os trechos danificados. “O artigo 618 do Código Civil diz que a empresa tem que garantir a manutenção por cinco anos. Mas, se não tem seguro, não tem como cobrir o estrago.”

A rodovia MT-170, antiga BR-174, foi estadualizada em junho de 2022 para acelerar a pavimentação. A obra se divide em duas frentes: uma de pavimentação nova, entre Castanheira e Colniza, e outra de recuperação, do entroncamento com a BR-364 até Castanheira, passando por Brasnorte e Juína.

Em um dos trechos mais críticos, executados pela empresa MT-Sul, foram pagos cerca de R$ 130 milhões, conforme levantamento preliminar do Tribunal. “É um trecho em que a MT-Sul já recebeu R$ 130 milhões e a estrada está totalmente destruída em um ano”, ressaltou Sérgio Ricardo.

Na última semana, lideranças da Região Noroeste denunciaram ao presidente que a má qualidade da via tem gerado prejuízos ao escoamento da produção, ao transporte de pacientes e à segurança dos motoristas.

Diante do cenário, foram convocadas para prestar esclarecimentos no TCE-MT as quatro empresas responsáveis pela execução (MT-Sul, Guache, Cavalca e Agrimat), além da Consol, que foi contratada pelo Governo do Estado para fiscalizar as demais.

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