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Atleta do programa de bolsas do Governo de MT será homenageado no Prêmio Brasil Olímpico 2025

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¿O atleta mato-grossense Davi Souza de Lima, de 17 anos, será homenageado no Prêmio Brasil Olímpico 2025, organizado pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Davi é bolsista do projeto Olimpus MT, do Governo de Mato Grosso, que é executado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Com 17 anos, o atleta conquistou o ouro no salto triplo com a marca de 15,79 m, estabelecendo o novo recorde da competição e a melhor marca do mundo na categoria sub- 18, nos Jogos da Juventude Caixa Brasília 2025.

O resultado o colocou na liderança do ranking mundial da modalidade sub- 18 e coroou o bicampeonato do mato-grossense no evento. O jovem é um dos principais nomes revelados pelo projeto Olimpus MT e será homenageado por ter se destacado na competição.

Davi é treinado pelo pai, o velocista duas vezes medalhista olímpico Vicente Lenílson, e pela mãe, Maria Aparecida de Lima, atleta olímpica no salto triplo. Vicente é responsável pelos treinos físicos e Maria, pela parte técnica.

O prêmio será entregue no dia 11 de dezembro, na cidade das Artes no Rio de Janeiro, durante o Prêmio Brasil Olímpico, organizado pelo Comitê Olímpico do Brasil. A cerimônia reunirá atletas e personalidades que marcaram a temporada.

Fonte: Governo MT – MT

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Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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