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Bombeiros localizam corpos de pescadores que se afogaram em lago de represa

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, na manhã deste sábado (27.9), os corpos de dois pescadores que se afogaram após o naufrágio de uma embarcação no lago do Rio Jauru, represa de uma usina hidrelétrica, no distrito de Lucialva, em Jauru (a 405 km de Cuiabá).

As buscas pelas vítimas tiveram início nesta sexta-feira (26.9), quando a equipe da 8ª Companhia Independente Bombeiro Militar (8ª CIBM) foi acionada, por volta das 5h40, por um policial militar do município de Jauru, que comunicou o desaparecimento de quatro pescadores no lago, por volta da meia-noite de quinta-feira (25.9).

Inicialmente, havia seis pessoas na embarcação. Duas conseguiram escapar da água, enquanto quatro permaneceram desaparecidas.

Antes do início das buscas, os bombeiros foram informados de que uma das vítimas havia sido encontrada por populares às margens do rio. A equipe de mergulho, com o suporte de um sonar, que é um equipamento que emite ondas sonoras para auxiliar na localização subaquática, localizou a embarcação a aproximadamente 15 metros de profundidade e uma vítima nas proximidades.

Na manhã deste sábado, os mergulhadores prosseguiram com as buscas e conseguiram localizar os corpos das outras duas vítimas. Um corpo veio à tona, enquanto o outro foi encontrado com o auxílio do sonar.

Os corpos foram retirados da água e repassados à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para identificação e procedimentos necessários.

O Corpo de Bombeiros orienta a população sobre a importância do uso de equipamentos de segurança durante a navegação, especialmente coletes salva-vidas, a fim de evitar acidentes.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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