Mato Grosso
Conselheiro Alisson Alencar discute implantação definitiva do campus da Unemat em Rondonópolis
Mato Grosso
| Crédito: Diego Castro/TCE-MT |
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| Conselheiro Alisson Alencar recebeu representantes da Unemat e o deputado estadual Sebastião Rezende nesta terça-feira. Clique aqui para ampliar |
O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Alisson Alencar recebeu, na manhã desta terça-feira (3), o deputado estadual Sebastião Rezende e representantes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) para discutir os desafios estruturais, administrativos e financeiros para implantação definitiva do campus da instituição de ensino superior em Rondonópolis.
Relator das contas anuais da Unemat, o conselheiro destacou que a iniciativa representa um avanço para a educação e para o fortalecimento das políticas públicas no estado.
| Crédito: Diego Castro/TCE-MT |
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| Na reunião, foram debatidos os desafios estruturais, administrativos e financeiros para implantação do campus. Clique aqui para ampliar |
“A consolidação da Unemat em Rondonópolis é uma demanda legítima da sociedade e um investimento estratégico no futuro de Mato Grosso. O fortalecimento da universidade pública impacta diretamente na formação profissional, na produção de conhecimento e no desenvolvimento econômico e social da região”, salientou.
Alisson Alencar ressaltou ainda a importância do diálogo entre os Poderes e as instituições para garantir planejamento, responsabilidade fiscal e eficiência na implantação do novo campus.
“É fundamental que esse processo seja construído com planejamento, transparência e diálogo institucional, assegurando que a estrutura atenda às necessidades acadêmicas e esteja alinhada à boa gestão dos recursos públicos”, completou o conselheiro.
Fonte: TCE MT – MT
Mato Grosso
Flávia Moretti culpa presidente da Câmara por travar projetos e agravar crise em Várzea Grande
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), responsabilizou o presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), pelo agravamento da crise financeira enfrentada pelo município. Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (16), a gestora afirmou que a falta de aprovação de projetos enviados pelo Executivo tem impedido o acesso a recursos e prejudicado o equilíbrio das contas públicas.
As declarações ocorreram após a publicação dos decretos que declararam situação de calamidade financeira no município e no Departamento de Água e Esgoto (DAE).
Segundo Flávia, a administração assumiu uma dívida bilionária relacionada a precatórios, mas a situação teria sido agravada por decisões tomadas pelo Legislativo. A prefeita afirmou que buscou apoio do presidente da Câmara no início do mandato, mas passou a enfrentar resistência.
“Desde que assumi, pedi apoio ao presidente Wanderley Cerqueira, mas ele decidiu engessar e atrapalhar a prefeitura e a cidade toda”, declarou.
Entre as críticas feitas pela prefeita está a redução da margem de remanejamento do orçamento municipal, que teria passado de 30% para 5%. Segundo ela, a alteração limitou a capacidade da gestão de redistribuir recursos entre as secretarias e afetou áreas consideradas prioritárias.
“Essa medida comprometeu a utilização de verbas destinadas a áreas prioritárias e dificultou o funcionamento da máquina pública”, afirmou.
Outro ponto destacado por Flávia foi a tramitação de projetos de lei encaminhados pela Prefeitura à Câmara. De acordo com a prefeita, mais de 25 propostas consideradas essenciais estão paradas há meses no Legislativo.
“Hoje, temos mais de 25 projetos de leis cruciais parados na Câmara Municipal há meses. Projetos que liberam recursos para a saúde, educação e custeio da cidade. Todos precisam ser votados, mas esses projetos de leis não são sequer pautados pelo presidente”, disse.
A prefeita afirmou ainda que a postura do presidente da Câmara teria motivação política e estaria fazendo com que a população atribuísse ao Executivo problemas relacionados à falta de investimentos e dificuldades na prestação de serviços públicos.
“Essa atitude faz com que a população pense que é a prefeitura que não está fazendo o seu dever”, declarou.
Apesar das críticas ao Legislativo, Flávia Moretti afirmou que a administração municipal seguirá adotando medidas para manter os serviços essenciais e garantir o pagamento dos servidores, enquanto busca reorganizar as finanças de Várzea Grande.
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