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Conselheiro Alisson Alencar discute implantação definitiva do campus da Unemat em Rondonópolis

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Crédito: Diego Castro/TCE-MT
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Conselheiro Alisson Alencar recebeu representantes da Unemat e o deputado estadual Sebastião Rezende nesta terça-feira. Clique aqui para ampliar

O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Alisson Alencar recebeu, na manhã desta terça-feira (3), o deputado estadual Sebastião Rezende e representantes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) para discutir os desafios estruturais, administrativos e financeiros para implantação definitiva do campus da instituição de ensino superior em Rondonópolis.

Relator das contas anuais da Unemat, o conselheiro destacou que a iniciativa representa um avanço para a educação e para o fortalecimento das políticas públicas no estado.

Crédito: Diego Castro/TCE-MT
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Na reunião, foram debatidos os desafios estruturais, administrativos e financeiros para implantação do campus. Clique aqui para ampliar

“A consolidação da Unemat em Rondonópolis é uma demanda legítima da sociedade e um investimento estratégico no futuro de Mato Grosso. O fortalecimento da universidade pública impacta diretamente na formação profissional, na produção de conhecimento e no desenvolvimento econômico e social da região”, salientou.

Alisson Alencar ressaltou ainda a importância do diálogo entre os Poderes e as instituições para garantir planejamento, responsabilidade fiscal e eficiência na implantação do novo campus.

“É fundamental que esse processo seja construído com planejamento, transparência e diálogo institucional, assegurando que a estrutura atenda às necessidades acadêmicas e esteja alinhada à boa gestão dos recursos públicos”, completou o conselheiro.

Fonte: TCE MT – MT

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Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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