Mato Grosso
Construção do novo Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição de medicamentos chega a 92% de conclusão
Mato Grosso
A obra do Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição (Celad), unidade construída pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), chegou a 92% de conclusão. A unidade está ligada à Assistência Farmacêutica e será referência para armazenamento e distribuição de medicamentos e compostos.
Com o total de 20.492,30 m² de área construída, o Celad tem investimento previsto em R$ 93 milhões e, até o momento, já foram investidos R$ 71,5 milhões.
A entrega da obra está prevista para o primeiro trimestre de 2026.
O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destaca que o empreendimento será essencial para o armazenamento e a distribuição segura de medicamentos.
“Esta é mais uma obra executada pela SES para otimizar a logística de armazenamento e distribuição de medicamentos. Com uma estrutura moderna e em conformidade com as melhores práticas de armazenamento, poderemos garantir que os insumos serão mantidos e distribuídos com segurança para a população”, afirma.
Na obra, já foram concluídas as etapas de terraplanagem, estrutura da cabine primária de energia, base do gerador, fundação de concreto dos galpões e estrutura metálica da base administrativa.
Outras etapas já finalizadas incluem a alvenaria da guarita, o muro de vedação e a drenagem interna dos galpões
“A equpe de obras da SES está empenhada em entregar o Celad o mais rápido possível, garantindo que o armazenamento de insumos esteja dentro dos padrões ideais de segurança e qualidade”, conclui a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão.
*Sob a supervisão de Ana Lazarini
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Flávia Moretti culpa presidente da Câmara por travar projetos e agravar crise em Várzea Grande
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), responsabilizou o presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), pelo agravamento da crise financeira enfrentada pelo município. Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (16), a gestora afirmou que a falta de aprovação de projetos enviados pelo Executivo tem impedido o acesso a recursos e prejudicado o equilíbrio das contas públicas.
As declarações ocorreram após a publicação dos decretos que declararam situação de calamidade financeira no município e no Departamento de Água e Esgoto (DAE).
Segundo Flávia, a administração assumiu uma dívida bilionária relacionada a precatórios, mas a situação teria sido agravada por decisões tomadas pelo Legislativo. A prefeita afirmou que buscou apoio do presidente da Câmara no início do mandato, mas passou a enfrentar resistência.
“Desde que assumi, pedi apoio ao presidente Wanderley Cerqueira, mas ele decidiu engessar e atrapalhar a prefeitura e a cidade toda”, declarou.
Entre as críticas feitas pela prefeita está a redução da margem de remanejamento do orçamento municipal, que teria passado de 30% para 5%. Segundo ela, a alteração limitou a capacidade da gestão de redistribuir recursos entre as secretarias e afetou áreas consideradas prioritárias.
“Essa medida comprometeu a utilização de verbas destinadas a áreas prioritárias e dificultou o funcionamento da máquina pública”, afirmou.
Outro ponto destacado por Flávia foi a tramitação de projetos de lei encaminhados pela Prefeitura à Câmara. De acordo com a prefeita, mais de 25 propostas consideradas essenciais estão paradas há meses no Legislativo.
“Hoje, temos mais de 25 projetos de leis cruciais parados na Câmara Municipal há meses. Projetos que liberam recursos para a saúde, educação e custeio da cidade. Todos precisam ser votados, mas esses projetos de leis não são sequer pautados pelo presidente”, disse.
A prefeita afirmou ainda que a postura do presidente da Câmara teria motivação política e estaria fazendo com que a população atribuísse ao Executivo problemas relacionados à falta de investimentos e dificuldades na prestação de serviços públicos.
“Essa atitude faz com que a população pense que é a prefeitura que não está fazendo o seu dever”, declarou.
Apesar das críticas ao Legislativo, Flávia Moretti afirmou que a administração municipal seguirá adotando medidas para manter os serviços essenciais e garantir o pagamento dos servidores, enquanto busca reorganizar as finanças de Várzea Grande.
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