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Corpo de Bombeiros promove treinamento de resgate a vítimas de acidentes motociclísticos

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) promoveu, nesta terça-feira (11.11), um treinamento prático de Atendimento Pré-hospitalar (APH) voltado ao resgate de vítimas de acidentes motociclísticos.

A atividade foi direcionada aos militares do 1º Núcleo Bombeiro Militar (1º NBM), localizado em Alto Araguaia (422 km de Cuiabá). O principal objetivo foi aperfeiçoar a integração da equipe, aprimorar a padronização dos procedimentos operacionais e fortalecer a excelência no atendimento à população.


O treinamento abordou procedimentos fundamentais do APH, incluindo a abordagem inicial à vítima, avaliação primária (XABCDE), controle de vias aéreas, verificação de pulso e respiração, imobilização cervical com colar rígido, retirada segura do capacete, imobilização em prancha longa e transporte adequado até a viatura de resgate.

Em seguida, a avaliação secundária foi conduzida dentro da viatura, reforçando as etapas de monitoramento e cuidados até a transferência do paciente para uma equipe médica especializada

“Essas capacitações constantes refletem o compromisso da corporação em manter a prontidão e a eficiência no atendimento às emergências, garantindo segurança, técnica e humanização nas ações de salvamento e resgate”, afirmou o especialista e instrutor na área, soldado BM João Paulo Cordeiro Oliveira.

Fonte: Governo MT – MT

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Bancada de MT no Senado é unânime pelo fim da Escala 6×1

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Os três senadores de Mato Grosso, Carlos Fávaro (PSD), Jayme Campos (União) e Wellington Fagundes (PL), votaram favoráveis à PEC que coloca fim à Escala 6 x 1 de trabalho. A proposta foi aprovada por 75 votos a 1 na noite desta quarta-feira (14) no Senado.

Sem conquistar a reeleição ao Senado no pleito deste ano, Carlos Fávaro declarou que só por votar essa proposta valeu a pena ter sido senador. “É mais dignidade para todos os trabalhadores e trabalhadoras do nosso Brasil”, afirmou nas redes sociais.

Jayme Campos, que não disputou nenhum cargo e encerra o mandato no fim de janeiro, afirmou que a aprovação da PEC garante “dignidade, qualidade de vida e descanso” aos trabalhadores brasileiros. “Como senador de Mato Grosso, fiz questão de estar ao lado dos trabalhadores nessa decisão. Seguimos avançando para transformar essa conquista em realidade”, assinalou.

Líder do bloco Moderador no Senado, o senador Wellington Fagundes havia defendido a liberação da bancada a se posicionar sobre aa proposta. A matéria era considerada polêmica por ser votada às vésperas do 2º turno e colocava em xeque senadores aliados de Flávio Bolsonaro (PL).

“O posicionamento de Rogério Marinho [coordenador da campanha de Flávio] é pela abstenção, mas a maioria da bancada avalia que os senadores devem se posicionar”, declarou Fagundes, antes da votação, ao Jornal O Globo.

A PEC

A PEC do fim da jornada 6×1 altera a Constituição para diminuir as horas de trabalho semanais de 44 para 40 horas. Também estabelece que é necessário garantir dois dias de folga remunerada, um deles preferencialmente aos domingos.

A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Um desses dias deve ser preferencialmente o domingo.

A oposição ao governo Lula tentou alterar a PEC do fim da 6×1 para retirar redução de jornada proporcional para trabalhadores que hoje já trabalham menos de 40 horas por leis específicas. A emenda, no entanto, foi retirada após acordo.

Período de transição

Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres, haverá um período de transição.

Se aprovada em segundo turno, a PEC ainda precisa ser promulgada para entrar em vigor. Depois disso, segue o seguinte calendário:

– em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado;

– em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas.

A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês.

 

 

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