Mato Grosso

Corpo de Bombeiros realiza desencarceramento do corpo de duas vítimas que ficaram presas em ferragens após acidente na BR-070

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na manhã desta quinta-feira (15.1), o desencarceramento do corpo de duas vítimas que ficaram presas às ferragens de um carro de passeio, após colisão com um caminhão na BR-070, nas proximidades da Serra do Mangaval, em Cáceres (217 km de Cuiabá).

A equipe da 2ª Companhia Independente Bombeiro Militar (2ª CIBM) foi acionada por volta das 08h20, via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), e prontamente se deslocou ao local indicado.

Ao chegar, foi realizada a avaliação da cena, com verificação de riscos, estabilização dos veículos envolvidos e estabelecimento do perímetro de segurança. Foi constatada a presença de duas pessoas no veículo de passeio, que se encontravam presas às ferragens e já sem sinais vitais.

A equipe da 2ª CIBM prosseguiu com a realização do desencarceramento dos corpos das vítimas, adotando as técnicas e cuidados necessários.

Foram acionadas a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e a Polícia Civil para a adoção dos procedimentos cabíveis.

Finalizada a fase de resgate, foi constatada a presença de óleo e destroços sobre a pista. Diante disso, a equipe realizou a limpeza da via, com remoção dos resíduos e aplicação de areia, com o objetivo de prevenir novos acidentes e restabelecer condições seguras de tráfego.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve presente durante o atendimento da ocorrência e realizou a sinalização e a segurança da via.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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