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Governador do Rio diz que governo Lula negou ajuda

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O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), disse, hoje (28), que o presidente Lula (PT) se recusou a ajudar as forças de segurança do estado na operação policial que resultou em mais de 60 mortes nas comunidades dos morros do Alemão e da Penha.

Conforme o gestor, um dos motivos alegados pelo Governo Federal para negar ajuda à Polícia Militar do estado foi que seria necessário decretar uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem), que dá ao Exército, Marinha e Aeronáutica as condições legais para atuar ao lado das forças estaduais. Contudo, Lula é contra esse instrumento.

“O estado está fazendo a sua parte, sim, mas quando se fala em exceder, exceder inclusive as nossas competências, já era para estar tendo um trabalho de integração muito maior com as Forças Federais, o que nesse momento não está acontecendo”, acrescentou o governador.

 

O Ministério da Justiça e Segurança Pública negou o ocorrido e disse que sempre que solicitado, são cedidos homens da Força Nacional e destacou a atuação da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Sobre o pedido específico do Governo do Rio de Janeiro, que era o uso de blindados das Forças Armadas, não houve manifestação.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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