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Governo de MT avalia implantação do Bonde Urbano Digital em Cuiabá

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), confirmou que o Governo do Estado estuda a viabilidade da implantação do Bonde Urbano Digital (BUD) em Cuiabá. Na última terça-feira (14), o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) esteve em Curitiba (PR) para conhecer de perto o funcionamento do modal, que será implementado na capital paranaense.

Diferente do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que circula sobre trilhos metálicos, ou dos ônibus elétricos convencionais, o BUD trafega sobre asfalto com pneus de borracha, guiado por um sistema de “trilhos virtuais”, que orienta a direção e mantém o veículo na rota definida.

Após a viagem de Pivetta, Mendes comentou sobre os estudos em andamento:

O governo está estudando alternativas. Autorizei que fosse feita essa viagem estudando alternativas. Mas, como vocês sabem, não gosto de falar de nada antes que esteja 100% definido. É evidente que o governo busca sempre o que for melhor para a população. Enquanto não tivermos algo conclusivo, prefiro não especular ou conjecturar sobre essas alternativas”, afirmou o governador.

Em Curitiba, o BUD possui 30 metros de comprimento, três eixos, capacidade para 280 passageiros, ar-condicionado, operação bidirecional e velocidade de até 70 km/h. A linha inicial, de aproximadamente 13 quilômetros, atenderá um trajeto utilizado atualmente por cerca de 10 mil pessoas por dia.

O estudo do governo de Mato Grosso busca avaliar a possibilidade de modernizar o transporte urbano em Cuiabá, oferecendo uma alternativa eficiente, tecnológica e sustentável para a população.

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Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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