Mato Grosso

Hospital Regional de Alta Floresta dobra o número de leitos de UTI adulto

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O Hospital Regional de Alta Floresta, administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), disponibilizou, nesta segunda-feira (1º.12), dez novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto. Com a ampliação, a unidade dobra a capacidade de atendimento e passa a contar com 20 leitos de UTI adulto.

“Essa ação só é possível graças aos investimentos do Governo de Mato Grosso para melhorar o serviço na região do Alto Tapajós. A Secretaria também está trabalhando para inaugurar a construção de um novo prédio, amplo e moderno para o Hospital Regional de Alta Floresta, obra que já está na reta final”, destacou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

De acordo com o secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Lira, a contratação da empresa que realizará o gerenciamento completo, de insumos a recursos humanos, tem o investimento anual de R$ 9,2 milhões.

“A abertura de mais 10 leitos de UTI adulto ocorre após o espaço que funcionava a ala Covid ter passado por uma reforma que permitiu a ampliação do serviço. A medida vai acelerar o acesso aos atendimentos intensivos, reduzindo o tempo de espera dos pacientes e salvando ainda mais vidas”, informou.

Para a diretora do Hospital Regional de Alta Floresta, Taniele Mechi, a nova UTI vai beneficiar pacientes com doenças clínicas agravadas, como pneumonia e outras semelhantes, politraumatizados e pacientes pós-cirúrgicos de todas as áreas.

“Essa ampliação é fruto de um trabalho integrado entre as equipes do Hospital Regional de Alta Floresta e da Secretaria Estadual de Saúde. Nosso objetivo é garantir que nenhum paciente grave fique sem assistência, especialmente neste período crítico das festividades de final de ano”, afirmou a diretora.

Segundo Aluísio Tenório Marques Junior, médico intensivista do hospital, a inauguração de dez novas vagas de UTI é de extrema importância para a região e impacta diretamente o desfecho positivo do quadro clínico dos pacientes que mais necessitam de intervenção imediata, direcionada e monitorada.

“A abertura desses leitos favorecerá a admissão em tempo adequado, tempo este que seguramente vai representar impacto na redução da mortalidade e no aumento da qualidade de vida desses pacientes após a alta da UTI”, disse.

Para que os novos leitos de UTI entrassem em funcionamento, foram contratados cerca de 60 profissionais para a equipe, que inclui enfermeiros, técnicos de enfermagem, farmacêuticos, fisioterapeutas e médicos.

Na semana passada, o hospital recebeu 11 novos ventiladores pulmonares e 12 berços hospitalares adquiridos em um investimento de R$ 1 milhão.

Saiba mais sobre o hospital

O Hospital Regional de Alta Floresta dispõe de 93 leitos de internação geral, sendo 22 leitos pediátricos, entre observação e internação pediátrica; 20 leitos de UTI adulto; e 3 leitos de observação de pronto-socorro.

Em 2026, a unidade passará a funcionar em um novo prédio, que foi construído do zero para melhor atender a população da região.

Atualmente, a unidade conta com as seguintes especialidades: anestesiologia, cirurgia geral, cirurgia vascular, neurocirurgia, ortopedia e traumatologia, ginecologia e obstetrícia, otorrinolaringologia, clínica médica geral, cardiologia, urologia, medicina intensivista e pediatria.

O hospital atua como referência em média e alta complexidades para os habitantes da região do Alto Tapajós.

Fonte: Governo MT – MT

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Flávia Moretti culpa presidente da Câmara por travar projetos e agravar crise em Várzea Grande

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), responsabilizou o presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), pelo agravamento da crise financeira enfrentada pelo município. Em vídeo divulgado nesta quinta-feira (16), a gestora afirmou que a falta de aprovação de projetos enviados pelo Executivo tem impedido o acesso a recursos e prejudicado o equilíbrio das contas públicas.

As declarações ocorreram após a publicação dos decretos que declararam situação de calamidade financeira no município e no Departamento de Água e Esgoto (DAE).

Segundo Flávia, a administração assumiu uma dívida bilionária relacionada a precatórios, mas a situação teria sido agravada por decisões tomadas pelo Legislativo. A prefeita afirmou que buscou apoio do presidente da Câmara no início do mandato, mas passou a enfrentar resistência.

“Desde que assumi, pedi apoio ao presidente Wanderley Cerqueira, mas ele decidiu engessar e atrapalhar a prefeitura e a cidade toda”, declarou.

Entre as críticas feitas pela prefeita está a redução da margem de remanejamento do orçamento municipal, que teria passado de 30% para 5%. Segundo ela, a alteração limitou a capacidade da gestão de redistribuir recursos entre as secretarias e afetou áreas consideradas prioritárias.

“Essa medida comprometeu a utilização de verbas destinadas a áreas prioritárias e dificultou o funcionamento da máquina pública”, afirmou.

Outro ponto destacado por Flávia foi a tramitação de projetos de lei encaminhados pela Prefeitura à Câmara. De acordo com a prefeita, mais de 25 propostas consideradas essenciais estão paradas há meses no Legislativo.

“Hoje, temos mais de 25 projetos de leis cruciais parados na Câmara Municipal há meses. Projetos que liberam recursos para a saúde, educação e custeio da cidade. Todos precisam ser votados, mas esses projetos de leis não são sequer pautados pelo presidente”, disse.

A prefeita afirmou ainda que a postura do presidente da Câmara teria motivação política e estaria fazendo com que a população atribuísse ao Executivo problemas relacionados à falta de investimentos e dificuldades na prestação de serviços públicos.

“Essa atitude faz com que a população pense que é a prefeitura que não está fazendo o seu dever”, declarou.

Apesar das críticas ao Legislativo, Flávia Moretti afirmou que a administração municipal seguirá adotando medidas para manter os serviços essenciais e garantir o pagamento dos servidores, enquanto busca reorganizar as finanças de Várzea Grande.

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