Mato Grosso

Janaina Riva processa influenciador e pede R$ 30 mil após ser acusada de desvios no VLT

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A deputada estadual Janaina Riva (MDB) ingressou na Justiça contra o influenciador conhecido como “Xomaia Cuiabano”. A parlamentar pede indenização de R$ 30 mil por danos morais após ser alvo de acusações consideradas graves em vídeos publicados nas redes sociais.

O caso tramita na 5ª Vara Cível de Cuiabá e também envolve as plataformas TikTok e Instagram, onde o conteúdo foi divulgado.

 

Segundo a ação, no dia 3 de abril de 2026, os perfis “xomaia0” e “xomaia_cuiabano” publicaram vídeos com acusações diretas contra a deputada, afirmando que ela e seu grupo político teriam participado de desvios de dinheiro público relacionados ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Nas publicações, foram usadas expressões como “todo mundo embolsou” e “corja de ladrão”.

 

No processo, Janaina sustenta que as declarações ultrapassam o direito de crítica política e configuram ataque à honra e à imagem.

 

A defesa da emedebista argumenta que, embora pessoas públicas estejam sujeitas a críticas, não é permitido atribuir crimes sem provas. Também destaca que o conteúdo teve ampla repercussão, com milhares de visualizações e interações, incluindo vídeos que ultrapassaram 20 mil visualizações no Instagram, além de grande alcance no TikTok.

 

Outro ponto levantado é que o autor das postagens ainda não foi formalmente identificado. Por isso, a deputada solicita que a Justiça determine às plataformas o fornecimento de dados que permitam identificar o responsável.

A ação sustenta que houve abuso da liberdade de expressão, uma vez que as falas não se limitariam a opiniões, mas configurariam acusações de crimes sem comprovação. Diante disso, pede indenização por danos morais.

O valor da causa foi fixado em R$ 30 mil. A ação também inclui pedido de liminar para retirada do conteúdo das redes sociais.

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Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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