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Luciara celebra 92 anos com investimentos e atuação de Max Russi

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O município de Luciara comemora, neste domingo (10), 92 anos de emancipação política. Ao longo dos últimos anos, a cidade recebeu investimentos importantes em infraestrutura, habitação, turismo, educação e agricultura familiar. Grande parte dessas ações contou com articulação do deputado estadual Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que mantém presença constante na região do Araguaia.

Entre os principais investimentos articulados por Max, estão a construção da nova orla municipal, a pavimentação de 15 ruas no Setor Universitário e a construção de 20 casas populares.

Além disso, o parlamentar viabilizou a entrega de maquinários que reforçam os serviços públicos do município. Luciara recebeu caminhão-pipa, escavadeira hidráulica e motoniveladora, equipamentos que ajudam tanto na manutenção urbana quanto no atendimento das demandas da zona rural.

“Estamos sempre presentes aqui, e seguimos trabalhando para garantir investimentos que transformem a vida das pessoas e promovam desenvolvimento para toda a região Araguaia”, destacou Max Russi.

Turismo, educação, cultura, e fortalecimento da economia local

Além da infraestrutura, Max Russi também destinou recursos para incentivar o turismo e valorizar a cultura local. “Nós ouvimos a população, e damos prioridade ao que é importante para quem mora em Luciara”, contou.

O município foi contemplado com investimentos para o Festival de Praia e para as comemorações do aniversário da cidade.

Para o deputado, esses incentivos são multipotenciais, “eles ampliam o turismo às margens do Rio Araguaia, fortalecem o comércio local durante os eventos, e garantem lazer para todas as famílias.

Apoio ao campo e fortalecimento da agricultura familiar

O trabalho do deputado também chegou ao setor produtivo, que passou a contar com mais estrutura para o escoamento da produção e melhorias nas estradas vicinais.

Por meio de articulações junto ao Governo do Estado, Luciara recebeu veículos e maquinários voltados ao fortalecimento da agricultura familiar.

A educação também foi contemplada pelas ações articuladas por Russi, com o objetivo de garantir mais segurança aos alunos e melhores condições de acesso às unidades de ensino.

O município recebeu ônibus escolar destinado ao transporte de estudantes da zona rural.

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Cuiabá

Abilio Brunini vê afronta ao Congresso em decisão de Alexandre de Moraes sobre dosimetria penal

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), reagiu nesta segunda-feira, 11 de maio, à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria para redução das penas de condenados pelos atos do 8 de Janeiro. Ele classificou a medida como um “tapa na cara” de deputados e senadores.

A decisão ocorre em meio a argumentos apresentados em ações no Supremo, de que a manutenção da lei poderia incentivar novos ataques antidemocráticos. A norma, promulgada no último dia 8 pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, permite a redução de penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, mas teve sua aplicação suspensa até o julgamento definitivo da Corte.

Abilio afirmou que não vê relação entre a lei e eventuais novos ataques às instituições, diferente do que foi apontado.

Olha, o que faz ter novos ataques é a corrupção que está empreada aí no governo Lula, com escândalos do Banco Master, do INSS e tantos outros. A corrupção que cria indignação na população. Não é a Dosimetria, não é nenhuma dessas medidas. Acho que o povo está de saco cheio desse discursinho barato aí, de que foi golpe ou alguma coisa assim, porque ninguém acredita nisso mais. O que a gente acredita é que o golpe na democracia que está se dando é agora”, declarou.

“O que o Alexandre Moraes e tantos outros estão fazendo, é esse que está sendo o verdadeiro golpe na democracia, que não respeita a Constituição, não respeita o Estado Democrático de Direito, não respeita a separação dos Poderes, então esse é o verdadeiro golpe”, completou.

As contestações à lei foram apresentadas por meio de Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) pela federação PSOL-Rede e pela Associação Brasileira de Imprensa, que apontam possíveis irregularidades no processo legislativo, como o fatiamento do veto presidencial.

 

Na decisão, Moraes determinou a suspensão da lei por “segurança jurídica”. Com isso, permanecem válidas as penas já fixadas pelo STF, inclusive a do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), até a definição final.

O ministro também deu prazo de cinco dias para que o presidente da República e o Congresso Nacional prestem informações. Em seguida, a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República terão três dias para se manifestar sobre o caso. FONTE ESTADAO

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