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Mato Grosso inicia projeto para estruturar e qualificar o turismo de pesca

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Uma iniciativa voltada ao desenvolvimento do turismo de pesca esportiva foi apresentada nesta quinta-feira (18.12), reunindo diagnóstico da atividade, capacitação de condutores e articulação com prefeituras de diferentes regiões do Estado. A execução técnica será realizada pela consultoria especializada Igarapesca, sob a coordenação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), por meio da Adjunta de Turismo.

Entre os principais objetivos do projeto estão o mapeamento da cadeia produtiva do turismo de pesca e a elaboração de um diagnóstico. O trabalho inclui a identificação das espécies de interesse turístico, a organização do calendário pesqueiro e reuniões técnicas com as secretarias municipais para coleta e validação de dados.

Outro eixo central é a qualificação profissional. Estão previstas oficinas presenciais com secretarias municipais nos dias 7 e 8 de janeiro de 2026, em Cuiabá, palestras técnicas sobre políticas públicas e oficinas voltadas para o ordenamento da atividade em nível municipal. Além disso, o projeto prevê a realização de 18 capacitações presenciais para Condutor de Turismo e Pesca (CBO 5115-10), distribuídas em municípios estratégicos do Estado.

As ações estão organizadas por grandes regiões turísticas, Amazônia, Pantanal, Cerrado e Araguaia, e contemplam municípios como Alta Floresta, Sinop, Cáceres, Poconé, Barão de Melgaço, Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, São Félix do Araguaia, Luciara e Cocalinho, entre outros.

Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Cesar Miranda, a iniciativa representa um avanço na organização do turismo de pesca como produto estruturado e sustentável.

“Estamos falando de um projeto técnico, construído com os municípios, que vai nos permitir conhecer melhor o potencial de cada região, qualificar os profissionais e organizar a oferta do turismo de pesca de forma responsável, gerando renda e oportunidades para as comunidades locais”, destacou.

A secretária adjunta de Turismo, Maria Letícia Arruda, afirmou que a qualificação dos condutores e a organização do produto turístico fortalecem o destino, ampliam a competitividade de Mato Grosso e garantem que o turismo de pesca cresça de forma planejada, com sustentabilidade ambiental e segurança jurídica para quem investe e trabalha no setor.

“Este projeto marca o início da execução das ações, que seguirão com agenda contínua de oficinas e capacitações ao longo de 2026, consolidando o turismo de pesca como uma alternativa estratégica de geração de renda e valorização dos territórios vocacionados de Mato Grosso”.

O projeto também conta com apoio institucional da Casa Civil e prevê atuação direta das prefeituras e secretarias municipais de Turismo, que terão papel central na governança, no levantamento de informações e na implementação das ações em seus territórios. A proposta parte do reconhecimento da vocação de Mato Grosso para o turismo de pesca e da necessidade de profissionalização e estruturação do segmento.

Fonte: Governo MT – MT

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Cuiabá

Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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