Mato Grosso

Mauro tem 49%; Janaina é opção de 37% e Fávaro tem 20%

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O governador Mauro Mendes (União) e a deputada estadual Janaina Riva (MDB) são os favoritos na disputa ao Senado, segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada nesta segunda-feira (3). Mendes tem 49% e a deputada 37%.

 

O índice sondado foi na modalidade estimulada, quando são apresentados nomes para o eleitor escolher entre os candidatos.

 

O candidato do presidente Lula em Mato Grosso ao Senado, ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, está em terceiro lugar e tem 20%. A seguir vem o senador Jayme Campos (União), com 17%.

 

Na eleição de 2026, os eleitores escolherão dois nomes para votar ao Senado.

Após os apontados como maior preferência, seguem na intenção de votos da pesquisa os seguintes pré-candidatos: José Medeiros (PL), com 13%; o ex-governador Pedro Taques (sem partido), com 7%; e a ex-deputada federal, Professora Rosa Neide Sandes, com 6%.

 

Na sequência pontuam o presidente do conselho da Rota Oeste, ex-senador Cidinho Santos (PP) e o ex-presidente da Aprosoja, Antônio Galvan (DC), empatados com 3%.

 

Brancos e nulos são 4%, mesmo índice de quem não respondeu ou não sabe (indecisos).

 

O levantamento do instituto ouviu 1.200 pessoas, entre sábado (1º) e esta segunda-feira (3). A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. A pesquisa tem intervalo de confiança de 95%.

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Mato Grosso

Comissão aprova proposta que impede crédito rural a invasores de terra

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A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o substitutivo apresentado pelo deputado e membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), José Medeiros (PL), ao Projeto de Lei 4705/2025, que impede invasores de propriedades rurais de acessar políticas públicas da agricultura familiar, como crédito do Pronaf e programas de compra de alimentos.

Em seu parecer, Medeiros, que é relator do projeto, afirma que a proposta busca impedir que invasores de propriedades sejam tratados como agricultores familiares e tenham acesso a recursos públicos.

“Não podemos admitir que criminosos, como os do MST, além de invadir propriedades que não lhes pertencem, ainda consigam acesso a benefícios. Precisamos cuidar para que recursos públicos não sejam usados em propriedades sem legitimidade fundiária, o que acaba incentivando invasões e gerando insegurança no campo”, afirmou o deputado.

O texto aprovado, relatado por Medeiros, proíbe que pessoas envolvidas em invasão de terras sejam beneficiadas por programas governamentais voltados à agricultura familiar. Além disso, exige a comprovação da propriedade ou posse legítima do imóvel e inscrição ativa no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) para participação em programas públicos.

Para Medeiros, a medida corrige falhas que vinham permitindo o acesso irregular a recursos públicos. Segundo ele, a proposta garante que os investimentos cheguem a quem realmente trabalha no campo, evitando que ocupações ilegais sejam beneficiadas.

“Os critérios passam a ser mais rígidos para o acesso a políticas públicas. Isso garante mais segurança jurídica e evita distorções na destinação de recursos”, explicou.

O parecer teve três votos contrários de deputados do Partido dos Trabalhadores (PT). O projeto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de avançar na tramitação na Câmara dos Deputados.

 

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