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Medeiros critica STF por barrar prorrogação da CPMI do INSS e fala em “interferência” no Legislativo

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Medeiros critica STF por barrar prorrogação da CPMI do INSS e fala em “interferência” no Legislativo

O deputado federal José Medeiros criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou a prorrogação da investigação da CPMI do INSS. Segundo o parlamentar, a medida representa uma interferência direta do Judiciário no Legislativo e prejudica as investigações sobre o roubo dos aposentados.

A comissão apurava fraudes que vitimaram cerca de 4 milhões de aposentados e possíveis conexões do caso com o Banco Master. Para Medeiros, ao barrar a continuidade da CPMI, ministros do STF “blindaram” os investigados.

“Infelizmente, os ministros do STF fizeram interferência na atuação da CPMI, no Legislativo, e simplesmente blindaram tudo. Foram escandalosas as falas da maioria dos ministros. Fica aqui a nossa solidariedade a todo o povo brasileiro, ao ministro André Mendonça e a tristeza de ver o que está acontecendo”, comentou o parlamentar.

O deputado afirmou que o episódio demonstra a necessidade de mudanças no Senado e questionou a atuação de ministros do STF, citando a situação de presos no país, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Não é possível que o país fique refém de ministros que estão fazendo negócio, que viraram advogados de bandidos. A imprensa está noticiando aí que um ministro recebeu R$ 80 milhões através da sua esposa, que ele teve reuniões com essa pessoa, e isso ficar por isso mesmo, simplesmente se blindarem?”, questionou.

Medeiros classificou a situação como absurda e disse que, enquanto o governo e o STF trabalham para “blindar os seus”, centenas de pessoas seguem presas sem ter cometido crime.

“É um absurdo ver isso acontecer enquanto milhares de pessoas estão presas sem ter cometido crime algum. Manter o presidente Jair Bolsonaro preso é interferência direta no processo eleitoral, ele está incomunicável. Isso é uma ditadura escancarada, e nós precisamos mudar isso”, afirmou.

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Advocacia de Alta Floresta terá atendimento prioritário em órgãos públicos do município

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Foto da Notícia: Advocacia de Alta Floresta terá atendimento prioritário em órgãos públicos do município

imgOs profissionais da advocacia passam a ter prioridade no atendimento nos órgãos e entidades da Administração Pública Municipal direta e indireta de Alta Floresta. “Essa é uma conquista importante para advogados e advogadas que precisam de agilidade para resolver as demandas dos seus clientes”, pontuou a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, ao comentar a Lei n° 3.134/2026, aprovada e promulgada pela Câmara Municipal de Alta Floresta e publicada no Diário Oficial de Contas.

 

A nova legislação estabelece que o atendimento prioritário está assegurado quando o profissional estiver atuando no exercício regular da advocacia, mediante apresentação da carteira profissional expedida pela OAB, garantindo “preferência na tramitação interna de demandas administrativas, protocolos, requerimentos e obtenção de informações necessárias ao exercício profissional, sempre que não houver disposição legal específica em sentido diverso”.

 

O presidente da 8ª Subseção de Alta Floresta, Jean Stavarengo, comemorou a promulgação da Lei de autoria do vereador Francisco Ailton dos Santos, presidente da Câmara do município. “É um avanço para os profissionais poderem exercer a advocacia de forma ainda mais eficiente, garantindo a busca de soluções mais rapidamente. Estaremos acompanhando de perto para que a lei seja efetivamente cumprida”.

 

A lei já estará em vigor a partir da próxima segunda-feira (08).

 

 

 

 

Judite Rosa

Assessoria de Imprensa OAB-MT

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