Mato Grosso
NOTA DE REPÚDIO
Mato Grosso
*NOTA DE REPÚDIO*
O Consórcio da Imprensa de Mato Grosso (CIM) vem a público repudiar veementemente o episódio ocorrido na manhã desta quinta-feira, em Várzea Grande, envolvendo o jornalista Américo Neponuceno, que exercia legitimamente seu trabalho durante a cobertura jornalística de um protesto realizado em frente à Prefeitura Municipal e à Câmara Municipal.
Durante a cobertura, o jornalista foi hostilizado por lideranças comunitárias e, de forma ainda mais grave, sofreu agressão, cometida pela esposa do vereador Wender Madureira que foi confirmada pelos vídeos que circulam nas redes sociais. Trata-se de um ato inaceitável, que fere diretamente a liberdade de imprensa, o direito à informação e o exercício do jornalismo, pilares fundamentais da democracia.
O Consórcio da Imprensa de Mato Grosso repudia toda e qualquer forma de agressão, seja física ou verbal, contra profissionais da comunicação, especialmente quando estão no pleno exercício de sua função de informar a sociedade.
O protesto contou ainda com a participação da vereadora Gisa Barros e do vereador Feitoza, o que torna o episódio ainda mais grave, por se tratar de um ambiente de manifestação pública que deveria garantir respeito, diálogo e civilidade.
Diante dos fatos, o CIM manifesta sua total solidariedade ao jornalista Américo Neponuceno e cobra urgentemente um posicionamento público do vereador Wender Madureira, que até o momento não se pronunciou sobre o ocorrido, assim como uma resposta institucional da Câmara Municipal de Várzea Grande, que também permanece em silêncio diante de um ataque à imprensa.
A violência contra jornalistas é uma ameaça direta à democracia e não pode ser normalizada ou ignorada.
Liberdade de imprensa não se negocia. Jornalista se respeita.
Várzea Grande – MT, 15 de Janeiro de 2026.
Direção do Consórcio da Imprensa de Mato Grosso
E todos os membros do Consórcio da Imprensa de Mato Grosso
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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