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Nota MT sorteia R$ 900 mil em prêmios nesta quinta-feira (9)

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O Programa Nota MT, iniciativa do Governo de Mato Grosso que estimula a cidadania fiscal, realiza nesta quinta-feira (9.10) mais um sorteio para premiar quem pede o CPF na nota. Serão distribuídos R$ 900 mil em prêmios, sendo mil de R$ 500, cinco de R$ 10 mil, três de R$ 50 mil e dois de R$ 100 mil.

O sorteio será realizado na Secretaria de Fazenda (Sefaz), a partir das 09h, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da secretaria.

Estão concorrendo às premiações os consumidores cadastrados no Nota MT que solicitaram a inclusão do CPF na nota nas compras realizadas entre 1º e 30 de setembro. Esta é a 89º edição do sorteio, que contará com 595.233 participantes.

Cada pessoa concorre com bilhetes eletrônicos gerados automaticamente a cada compra realizada em estabelecimentos comerciais, independentemente do valor, desde que o CPF seja incluído na nota. Para este sorteio foram gerados 4.290.533 bilhetes eletrônicos para o sorteio, com um crescimento de 18% na comparação anual.

Os usuários do Nota MT podem consultar os bilhetes no site ou aplicativo do programa. Após fazer o login, basta selecionar a opção Sorteios, escolher Mensal Setembro 2025 e, em seguida, Meus Bilhetes.

O arquivo com a lista de bilhetes do sorteio sem a identificação completa do CPF é público e também pode ser consultado e baixado no site ou aplicativo do programa.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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